Que se Dane a MAGALU!

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Renan comenta notícia de que a “taxa das blusinhas” (alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$50, aprovada em junho de 2024) arrecadou quatro vezes menos que o previsto e reduziu o consumo de 14 milhões de brasileiros.

Argumento

Renan afirma que a taxa empobreceu o consumidor brasileiro ao eliminar o acesso a produtos importados baratos — eletrônicos, acessórios, roupas — que antes chegavam diretamente da China. Na sua leitura, quem se beneficia é o Magazine Luiza e empresas similares, que têm o “monopólio do acesso ao mercado da China” e cobram mais pelo mesmo produto.

“O que no fundo eles têm na Magazina é o monopólio do acesso ao mercado da China. (…) Vai derrubar todas essas taxas merda e [dane-se] a Magalu.”

Renan distingue entre aumentar a produtividade do brasileiro (objetivo de longo prazo) e não deixar o trabalhador pobre perder a dignidade de consumir itens básicos no curto prazo: um mouse, um acessório de trabalho, um celular.

Afirma possuir ações do Magazine Luiza e diz que “o problema é seu” — sinalizando que a crítica é ideológica, não de interesse pessoal.

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