Resposta para a Tabata Amaral

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Renan Santos responde ao vídeo de Tabata Amaral sobre a polêmica em torno de casas na periferia que foram modificadas irregularmente pelos moradores (“puxadinhos”), usando o debate para apontar o que chama de duplo padrão da política progressista em relação à burocracia e à lei.

A tese de Tabata

Tabata Amaral defendeu os moradores que fizeram modificações irregulares nas casas, argumentando que “por trás dessa casa feia pode ter uma transformação acontecendo” — e que uma criança criada nessa casa pode um dia chegar ao Congresso, como ela própria. Renan descreve o vídeo como excessivamente narcisista: em 3 minutos, 2:40 são sobre a própria Tabata.

O duplo padrão: lei para uns, flexibilidade para outros

Renan distingue dois tipos de cidadão:

Quem tenta agir dentro da lei — quer abrir um boteco, ampliar a casa, instalar mesas na calçada, construir um posto de gasolina ou montar um shopping:

  • Enfrenta fiscais, multas, burocracia, licenciamentos ambientais que demoram anos, aumento de IPTU.

Quem faz um puxadinho irregular — segundo Tabata:

  • É celebrado como exemplo da “força da periferia”.
  • Não enfrenta consequências legais.

“Se você tiver um devaneio capitalista, quiser montar um negócio ou quiser expandir tua casa dentro da lei, a Tábata vai te olhar ali com desconfiança. Mas se você quiser montar teu puxadinho para realizar teu sonho… você pode virar isso aqui.”

O voto de Tabata contra o licenciamento ambiental

Renan aponta que Tabata votou contra a lei de licenciamento ambiental — que simplificava os processos para quem quer empreender legalmente. Para Renan, o padrão é claro: a lei estorva quem quer crescer dentro das regras, e é descartada quando a irregularidade beneficia o eleitorado de Tabata.

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