A CASSAÇÃO DO GLAUBER FOI PARADA PELO GOVERNO LULA, CENTRÃO E BOLSONARISTAS

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Vídeo em que Renan denuncia o acordo entre governo Lula, Centrão e PL para derrubar a votação de cassação do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) na noite de 10 de dezembro de 2025, usando emendas parlamentares como moeda de troca.

O caso Glauber Braga

O deputado Glauber Braga do PSOL agrediu fisicamente o ativista Gabriel Costenaro e deveria ter seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados. A votação aconteceu na noite de 10/12/2025.

O acordo: emendas por absolvição

Segundo Renan, o governo Lula distribuiu emendas ao Centrão para que votassem pela manutenção do mandato de Glauber:

  • Um deputado do Centrão afirma em vídeo reproduzido por Renan: “O STF veio, pagou 58% das emendas. O Hugo Mota veio e disse: eu preciso da sua ajuda para pagar. A data é 30 de dezembro.”
  • Em troca das emendas, o Centrão salvaria quatro deputados: Renan lista Ramal, Zambelli, Eduardo e Glauber.

O papel do PL

O Partido Liberal (PL), classificado por Renan como “partido de direita”, aproveitou a oportunidade para incluir Carla Zambelli no pacote — fazendo com que o acordo salvasse tanto Glauber quanto Zambelli: “O PL falou: e se vocês salvarem a Carla Zambelli junto?” Renan reproduz um discurso de deputado do PL defendendo Glauber: “Eu disse que jamais votaria a favor da cassação de Glauber Braga porque não existe um indício de corrupção contra Glauber.” Comenta: “É osso, né? São esses caras que vão derrotar o PT.”

A leitura política

Para Renan, o episódio confirma que a Câmara é um “jogo de cartas marcadas”: esquerda e direita se alternam em proteções mútuas enquanto a população “paga a conta de todo mundo, depois vai digitar 13 ou 22 achando que é a pessoa mais esperta do mundo.”

O Partido Missão como alternativa

Renan conclui que o Partido Missão “caçaria a Zambelli” e “jamais lançaria uma Zambelli na política” — diferenciando-se do padrão de proteção mútua entre direita e esquerda institucionais.

Fontes