Eu tenho lado. E você

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Vídeo-manifesto em que Renan enuncia uma série de dicotomias para declarar de que lado está em cada conflito político e social.

As escolhas declaradas

Renan organiza o vídeo como sequência de oposições, declarando explicitamente seu lado em cada uma:

  • Maranhense que trabalha vs. o que recebe auxílio sem trabalhar → lado de quem trabalha.
  • Vítima de assalto vs. bandido que pede direitos humanos → lado da vítima.
  • Dono da lojinha vs. concurseiro com R$ 70 mil mensais trabalhando pouco → lado do dono da lojinha.
  • Aluno que tira notas altas vs. aluno que quer funk na sala de aula → lado de quem estuda.
  • Prefeito que trabalha vs. prefeito que faz festa com Wesley Safadão → lado de quem trabalha.
  • Policial militar vs. juiz que ganha acima do teto → lado do policial militar.
  • Estudante da escola pública que rala vs. estudante da federal com pauta progressista → lado do estudante guerreiro.
  • Empresário honesto vs. empresário amigo do PT → lado do honesto.
  • Agricultor que paga a conta do Brasil vs. agricultor que invade propriedade → lado do agricultor de verdade.
  • Mãe do policial vs. mãe do bandido → “quero que a mãe do bandido chore muito nos próximos anos.”
  • Estudante que quer fazer avião na Embraer vs. que quer ser aviãozinho do tráfico → lado do avião que “joga bomba no criminoso.”
  • Banco que te atende direito vs. Banco Master → “não fico com nenhum, porque são todos filhos da p***.”
  • Geração nova que quer mudar o Brasil vs. Lula e sua turma → lado da geração nova.

Leitura

O vídeo serve como síntese de posicionamento identitário: a lista é deliberadamente ampla para abranger produtividade, segurança, meritocracia, religiosidade implícita (side do policial vs. do juiz), crítica ao funcionalismo e ao clientelismo rural. A inclusão do Banco Master na última posição (“nenhum dos dois”) é incomum na lista — apontando para o enquadramento do escândalo como um problema bipartidário que coloca Renan fora das duas correntes.

Fontes