Pernambucano o que aconteceu com você
Vídeo em que Renan traça a história da família Campos-Arrais em Pernambuco, critica a gestão de João Campos em Recife e convoca pernambucanos a se unirem ao Partido Missão.
A dinastia Campos-Arrais
Renan descreve a família como uma oligarquia que controla Pernambuco há gerações:
- Miguel Arrais (bisavô de João Campos): governador por três mandatos.
- Eduardo Campos (pai de João): governador entre 2007 e 2014. Acusado de receber mais de R$ 700 mil em propina; contas ligadas à família foram encontradas fora do Brasil.
- João Campos: atual prefeito do Recife, favorito para o governo do estado.
Para Renan, a legitimidade da família é mantida por “vínculo hereditário” — uma espécie de magia política baseada na cor dos olhos do candidato, que mantém “uma população parda e negra submissa aos ditames da família alvíssima dos Campos-Arrais.”
O balanço da gestão de João Campos em Recife
Renan apresenta dados que usa para contestar a narrativa de sucesso:
- 870 mil pessoas sem esgoto e 270 mil sem água em Recife.
- Queda de 8% no número de crianças alfabetizadas — segunda pior capital em alfabetização do Brasil.
- 44 assassinatos por 100 mil habitantes — uma das 10 cidades mais violentas do mundo.
- Escândalo de R$ 500 milhões desviados em obras sem licitação.
Renan critica João Campos por “ostentar” nas redes sociais com “corrimões e chuveiros elétricos” apresentados como conquistas, e por trocar tampas de bueiro de metal para plástico “ao invés de pegar o bandido.”
A situação do estado
Pernambuco tem 9,5 milhões de habitantes, dos quais quase 1,5 milhão no Bolsa Família. Renan lembra que o estado foi base da independência do Brasil, um dos mais rebeldes historicamente, e questiona como se tornou “vassalo de uma família que não vale nada.”
A proposta
O Partido Missão está se organizando em Pernambuco para eleger candidatos que “destronem a família Campos e tornem Recife um lugar próspero.” Renan apela ao “espírito rebelde pernambucano.”
