Estou sendo cancelado por defender que o Brasil tenha armas nucleares
Renan responde ao cancelamento nas redes após a imprensa repercutir sua proposta de programa nuclear brasileiro. O principal argumento contrário que ele rebate é o de que o Brasil deveria “investir apenas em educação” em vez de armas.
Resposta ao argumento “invista em educação”
Renan rejeita a dicotomia: países com armas nucleares são, em geral, os mais desenvolvidos, com boa qualidade de vida e formação de capital humano. Cita como exceções apenas Paquistão e, em menor grau, Índia — mas sustenta que a regra geral confirma a tese.
A vulnerabilidade do Brasil
O argumento central é geopolítico: o Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes, controla um território enorme e possui recursos naturais diversificados — de recursos hídricos a petróleo e minérios. Renan afirma que “são pouquíssimos países no mundo com essas características” e que, dentre todos eles, o único sem bomba atômica é o Brasil. Isso tornaria o país “naturalmente uma presa fácil para potências estrangeiras.”
“Se você não tem força, você não é respeitado. E é só pela força que você é respeitado. Todo o resto — direito internacional, convenções, discursos bonitinhos — tudo isso é conversa, é papel e papel é rasgado.”
O exemplo da Dinamarca e a Groenlândia
Cita o caso da Groenlândia como ilustração: a Dinamarca, com um “discurso bobo, bonitinho” de pacifismo, é impotente diante do interesse de Trump pelo território. Trump “tirou onda” com a Dinamarca e sua “brigada de cachorros” na Groenlândia — zoando a incapacidade de reação militar de um país sem força.