PLAYBOYS MATARAM O ORELHA EM SC

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Vídeo em que Renan Santos apresenta ao público o caso do cão Orelha, nomeando os envolvidos e as famílias que estariam acobertando o crime.

O que aconteceu

O cão Orelha vivia em uma comunidade na Praia Brava, em Florianópolis, e era cuidado pelos moradores. Um grupo de cinco garotos, filhos da “fina flor da alta sociedade de Florianópolis”, o torturaram e mataram:

  • Métodos: pauladas; pregos martelados na cabeça do animal até penetrar o crânio; o cão agonizou até morrer.
  • As imagens do ato circularam e causaram comoção nacional.

Os nomes das famílias envolvidas

Renan nomeia:

  • Evandro DKS Mus Bobaide: pai de um dos jovens; descrito como o principal acobertador do caso; junto com a esposa fazia ameaças a pessoas que discutiam o tema publicamente. É dono de hotéis em Canas Vieiras e de lojas como a Lojas Fen, além de outros empreendimentos.
  • Roberta Zampieri: mãe de Igor Zampieri, um dos acusados; descrita como “muito indignada, lutando para proteger seu filhinho”.
  • Porteiro: funcionário que filmou o ocorrido e sofreu advertência e pressão para não divulgar o crime.

Argumento de Renan

Renan não equipara a vida humana à vida animal, mas afirma que querer maltratar um animal por prazer é sinal de crueldade, maldade e falta de humanidade. Por defender penas duras para criminosos violentos em geral, não poderia deixar de defender o mesmo aqui.

Problema jurídico: por serem menores de idade, os jovens não terão as consequências previstas em lei e usarão seus pais ricos para encobrir o caso.

Pedido direto ao público: enviar dados das empresas dos pais para que Renan entre em contato e exija posicionamento público.

“A resposta dos moradores da Praia Brava em organizar uma manifestação mostra um senso de comunidade. Aquele cão era o símbolo daquela comunidade que eles viviam e a resposta tem que ser dada e muito dura.”

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