CARTA ABERTA AOS PAIS DOS ASSASSINOS DO CÃO ORELHA
Renan Santos dirige-se diretamente aos pais dos jovens que mataram e torturaram o cão Orelha em Florianópolis. Faz questão de demarcar: não está pedindo linchamento nem organizando uma cruzada, mas exigindo que os pais reconheçam a gravidade do que os filhos fizeram.
O conteúdo da carta
Renan aponta reincidência como fator agravante: os jovens não atacaram apenas o Orelha — segundo relatos, foram responsáveis pela tentativa de assassinato de outros dois cães anteriormente. Um foi jogado ao mar (salvo por terceiros), outro foi degolado (sobreviveu graças a um veterinário). Três vítimas ao todo.
Cita nominalmente dois casos de acobertamento familiar:
- Igor Zampieri: um dos acusados, que já estava nos Estados Unidos após o crime, “tirando fotinhas”. Renan acusa os pais de premiá-lo pela maldade ao custearem a viagem em vez de impor punição pública.
- Roberta Zampieri (mãe de Igor): descrita como “lutando para proteger seu filhinho das reclamações justas das pessoas”.
Argumento central: em um país sério, esses jovens estariam presos — mesmo sendo menores de idade. A leniência dos pais, segundo Renan, forma psicopatas e garante que o padrão de crueldade se repita contra namoradas, famílias e vizinhos no futuro.
Posição de Renan
“Como pré-candidato à presidência da República, com o slogan ‘prendeu matô’, eu trato de lei e ordem. E lei e ordem passa também por todas as classes sociais e por todos os tipos de crime e todos os tipos de vítima.”
Renan afirma que não é “um cara da causa animal”, mas que protege “as figuras mais fracas que são vítimas da maldade alheia — e os animais se incluem nisso.” Termina com compromisso de governo: quando chegar ao poder, crimes cometidos por jovens como esses resultarão em cadeia por longo tempo, independentemente da idade.
