SOBRE OS MOTOBOYS ASSASSINADOS NO RJ
Data: 31 de janeiro de 2026 | Assistir no YouTube Canal: Renan Santos Duração estimada: curto
Resumo
Renan se indigna com a morte de dois entregadores (motoboys) assassinados a sangue frio por criminosos de facção no Rio de Janeiro — mortes que, segundo ele, passaram despercebidas — e faz um elogio ao trabalhador informal como símbolo de resistência ao crime.
O caso
Dois motoboys, entregadores com família e que trabalhavam para se sustentar dignamente, foram assassinados por criminosos ligados a facções no Rio de Janeiro. Os matadores já tinham passagem pela polícia. Renan contrasta a repercussão nula dessas mortes com a atenção pública ao caso do cão Orelha em Santa Catarina — e argumenta que ambas merecem indignação, mas que a vida humana trabalhadora deveria receber ao menos o mesmo clamor.
Crítica à cultura do crime
Renan cita trecho de uma música de trapper que glorifica o assalto e o assassinato (“meianoite nó desceu pra pista… vai levanta a mão que é um assalto”) para argumentar que a cultura do entorno alimenta a violência e torna o entregador uma vítima anônima.
O entregador como herói
Renan propõe uma reinterpretação do entregador como a melhor pessoa do Brasil:
“O entregador é a pessoa que resistiu a todo aquele estímulo a se juntar ao mundo da droga e ao mundo do crime, que decidiu ser honesto e não viver do auxílio, que decidiu viver a vida dura e ter dignidade.”
Esse “herói” é morto anonimamente, sem enterro público, e ainda tem sua renda ameaçada pelas taxações do governo.
Promessa de governo
Renan afirma que a única coisa que pode oferecer às famílias dos entregadores mortos é “a vingança”:
“Se nós chegarmos ao poder, saiba de uma coisa: nós vamos prender e matar todas as pessoas que levam terror para as suas famílias, que são famílias de homens trabalhadores e honrados. Morte a essas figuras, prisão para sempre para essas figuras, sem reabilitação, sem recuperação.”