NÓS SOMOS A GERAÇÃO QUE VAI SALVAR O BRASIL

Data: 1 de fevereiro de 2026 | Assistir no YouTube Canal: Renan Santos Duração estimada: curto

Resumo

Discurso gravado em comício no Ceará, em que Renan ataca o governador Elmano, descreve a tomada do crime organizado no interior e no porto do estado, cita o caso de corrupção de Júnior Mano em Nova Russas, e convoca a geração jovem para o que chama de “a guerra da nossa geração” contra o crime organizado.

Ataque ao governador Elmano

Renan qualifica o governador do Ceará como “vagabundo, filho da puta” — expressão que, segundo ele, lhe rendeu uma ação judicial movida pelo próprio Elmano, na qual Renan diz ter perdido. Argumenta que o Ceará é o estado com maior número de mortos por 100.000 habitantes no Brasil e que o governador “tenta fingir que tá tudo bem”, mascara números, e prometeu três presídios para o ano sem saber sequer onde instalá-los.

Crime organizado no Ceará

Renan descreve a penetração do crime organizado no estado:

  • CV, GDE, TCP e PCC estão presentes em cidades inteiras do interior.
  • O porto de Fortaleza está sendo tomado pelas facções para exportar droga para a Europa — o que financia o crime com dólares e euros e alimenta a espiral de violência.

Júnior Mano e a corrupção em Nova Russas

Renan cita Júnior Mano, que descreve como “rei da emenda desviada na região de Nova Russas” — “sempre reeleito, sempre comprando voto”. O personagem é apresentado como símbolo da corrupção sistêmica no interior nordestino que mantém as populações dependentes de caciques locais.

A Missão e o crescimento

Renan comemora que o Partido Missão atingiu 547.000 validados no TSE — partindo de 10 pessoas. Apresenta isso como prova de que o movimento é real e crescente.

O discurso de unidade nacional

Renan rejeita a narrativa de divisão entre Norte e Sul: “Tem milhões de brasileiros em São Paulo, em Goiás, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, igualzinhos a vocês, que vos veem como irmãos.” A “guerra da geração” contra o crime organizado é apresentada como causa nacional e transversal.

A identidade política da Missão é definida por negação e afirmação simultâneas:

“Alguém aqui é PT? (Não.) Alguém aqui é Bolsonaro? (Não.) Nós somos a Missão.”

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