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Análise do que Renan chama de “jogo de cartas marcadas” entre governadores de direita, PSD de Gilberto Cassab e o governo Lula nas eleições de 2026.

A armadilha da “aliança dos governadores”

Renan explica que durante meses a narrativa na imprensa era de que os governadores de direita se uniriam contra o PT. Na prática, segundo ele, o PSD de Gilberto Cassab está articulando o apoio de todos esses governadores ao Lula, com Cassab como candidato a vice-presidente.

O papel de Cassab/PSD

“Cassab chegou a articular a campanha do Tarcísio como presidente enquanto ele próprio estava no governo do Lula.”

Cassab teria “botado para dentro” do PSD: Eduardo Leite, Ratinho Júnior e Ronaldo Caiado. Ao reunir todos, tornou-se ele mesmo a “união dos governadores” — e agora estaria fechando o apoio desse bloco ao Lula. Entre os nomes de vice-presidente em pauta: o próprio Cassab, o prefeito Eduardo Paes (Rio de Janeiro) e Eduardo Leite.

O Flávio Bolsonaro como candidato funcional do Lula

Renan sustenta que Flávio Bolsonaro é “candidato oficial da direita bolsonarista”, mas que “todo mundo sabe que ele perde no segundo turno”. O objetivo de Flávio não seria ganhar, mas manter a direita sob o comando da família Bolsonaro.

O caso Zema

Renan usa Romeu Zema (MG) como ilustração do “time único”: o vice-governador de Zema foi filiado ao PSD; em contrapartida, o PSD cedeu Paulo Eduardo Martins para o Novo no Paraná. “Eles são todos amigos, estão todos no mesmo time.”

Quem sobra?

“Existe um outro caminho — alguém que não faz negócio com PSD, que não está no esquema do Banco Master, que derrubou o PT em 2016-2018, que é de direita e não se submete ao bolsonarismo.”

Renan apresenta-se como esse caminho, citando pesquisa da Atlas em que já ultrapassaria os governadores, com a estratégia de ir ao segundo turno contra Flávio Bolsonaro e derrotar o Lula.

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