ABRIR E FECHAR EMPRESAS TEM QUE SER FÁCIL

Assistir no YouTube

Renan Santos comenta um trecho de entrevista sobre cultura empresarial, defendendo que abrir, fechar, contratar e demitir devem ser processos simples — parte natural do jogo econômico, não um estigma.

Argumento principal

Renan defende que o Brasil trata o empreendedor fracassado como um “grande fracassado” que “morre com isso na testa”, ao contrário dos EUA, onde alguém que tentou cinco vezes e na quinta ficou bilionário “não é visto como problema — ele é um processo de tentativas.”

“Abrir e fechar empresas e contratar e demitir pessoas fazem parte do jogo, porque nem todas as empresas dão certo. Nem todas as contratações dão certo.”

O modelo asiático de desenvolvimento

Renan aponta que países como Singapura, Japão, China e Coreia do Sul têm algo em comum: uma geração que colocou o trabalho acima de qualquer coisa, apoiada por liderança política que queria tornar o país uma potência — independentemente de esquerda ou direita.

Nesses países, os sacrifícios de uma geração resultaram em filhos chegando à faculdade, economia se tornando mais complexa e qualidade de vida crescente. O Brasil, na avaliação de Renan, “se burocratizou demais antes de ter conseguido fazer isso” — as tentativas foram “meio meia bomba” e o país nunca completou o processo de industrialização plena.

Temas relacionados