O LULA NÃO TEM NADA PARA PROPOR
Renan Santos faz uma avaliação do cenário eleitoral e de sua posição nos debates presidenciais, argumentando que tem vantagem comunicativa sobre Lula e Flávio Bolsonaro.
Vantagem nos debates
Renan prevê que Lula e Flávio responderão perguntas difíceis com respostas desviantes (“respondem qualquer outra coisa, porque eles sabem que ali é um jogo”). Reconhece que precisará aprender esse jogo, mas afirma que, com microfone e câmera, é “muito melhor do que eles”:
“Eu tenho muito mais ideia do que eles, eu me comunico melhor do que eles e eu vou saber aproveitar aquele espaço muito melhor do que eles jamais aproveitaram.”
Reconhece as vantagens materiais dos adversários: Lula tem o maior partido do Brasil com estrutura orgânica de décadas; o bolsonarismo vem de um fenômeno de massa. Renan, por outro lado, terá menos dinheiro.
Lula não tem nada a propor
“O que que o Lula tem a propor? Não tem nada.”
Renan avalia que o governo Lula não governou: não fez um governo de esquerda, nem de centro, “não fez um governo de nada.” O legado concreto: “deu um botijão de gás, vai dar energia elétrica, ficou tentando dar uma energia elétrica pra galera e ficou por isso mesmo.”
Avaliação da esquerda brasileira
Renan identifica dois fenômenos de crescimento à esquerda:
- Comunismo — “uma ideia meio velha e que realmente já tá provado que não funcionou ao longo da história”
- Érika Hilton — representa o movimento woke, com “muita grana sendo colocada nessa agenda”, mas que “morre ali na própria Érica”
O PT, na avaliação de Renan, não cresceu com nada substantivo.
Temas relacionados
- Crítica à Direita Tradicional — posicionamento de Renan em relação ao cenário
- Érika Hilton — avaliação sobre o movimento woke
- Flávio Bolsonaro — cenário de disputa presidencial