OZEMPIC NO SUS
Renan defende a distribuição de semaglutida (Ozempic e similares) no SUS como política de saúde pública, justificando com dados sobre obesidade e a iminente queda da patente do medicamento.
O diagnóstico
Quase 30% da população brasileira são obesos. A dieta nacional atual é rica em carboidratos e ultraprocessados; o sedentarismo aumentou. A lista de doenças associadas à obesidade inclui: cardiovasculares, diabetes, hipertensão, câncer de mama, apneia do sono, infertilidade, artrose e depressão. Num SUS universal, isso representa filas, tratamentos caros e grande demanda cirúrgica.
A janela de oportunidade
Em 20 de março de 2026, a patente do Ozempic venceria — o que permitiria ao Brasil produzir o medicamento internamente a custo muito menor e incluí-lo no SUS.
“Enfrentar a base do problema, a obesidade, deveria ser uma política nacional.”
O governo Lula, segundo Renan, prefere “fazer campanha sobre o orgulho gordo” a aproveitar essa oportunidade.
Proposta
Além do Ozempic no SUS, Renan propõe políticas complementares: incentivo a alimentação saudável e hábitos de exercício. O Estado deve promover a magreza como acessível a todos (“democratizar a magreza”), não como símbolo de riqueza.
“Ninguém gosta de estar gordo, especialmente quando entende as consequências desse problema.”
Este vídeo detalha a proposta número 1 das Propostas para Saúde com a janela de oportunidade da patente — algo não mencionado no vídeo principal de março.