VOU ACABAR COM AS FAVELAS

Assistir no YouTube

Renan usa imagens geradas por inteligência artificial — que circulavam na internet mostrando favelas transformadas em bairros arborizados — como ponto de partida para uma defesa da desfavelização nacional. Critica a tese da esquerda de que “a favela faz parte da nossa alma”.

A tese

Renan distingue entre a classe trabalhadora que mora na favela e o modelo arquitetônico e urbanístico da favela em si. A favela é, para ele, um lugar “feio, destruído e que se torna foco do crime organizado ao fim do dia”. A cultura que sai de lá — citando o funk da laje — não representa a mentalidade trabalhadora da maioria dos moradores.

O modelo criticado é o do turismo predatório:

“Parte desse turismo não seja sobre botar uma Land Rover para fazer uma espécie de zoológico humano visitando áreas pobres em que as pessoas são desrespeitadas.”

Proposta e custo estimado

Renan afirma ser “a primeira liderança política do Brasil a falar em desfavelização” e a única com um plano concreto. Afirma que acabar com as favelas brasileiras não custaria nem um trilhão de reais. Com ajuste fiscal (ajuste das contas públicas), em dez anos seria possível reformar todas as favelas do Brasil.

A lista de efeitos colaterais positivos da desfavelização inclui: resolução do crime organizado, redução da desigualdade, melhora de segurança pública, melhora de saúde, resolução logística, inserção de milhões de pessoas na economia formal via títulos de propriedade e melhora da qualidade de vida urbana nas cidades mais favelizadas — Salvador, Recife e Rio de Janeiro.

Temas e posições relacionadas