Campinas deveria ser o Vale do Silício brasileiro
Renan traça um diagnóstico da cidade de Campinas como exemplo de potencial desperdiçado por corrupção e má gestão política.
O potencial de Campinas
Campinas é descrita como uma cidade que “tinha tudo para ser o centro do desenvolvimento econômico do país”: mais de 1 milhão de habitantes, renda per capita acima da média, empresas grandes, capital humano de alta qualidade e qualidade de vida historicamente boa. Para Renan, poderia ser o Vale do Silício brasileiro.
A decadência documentada
Renan lista o que chama de “escândalos absolutamente ridículos”:
- Superfaturamento de R$ 70 milhões em livros — “uma cidade ligada ao conhecimento superfatura livros”.
- Toninho do PT — desaparecido misteriosamente; Renan insinua comparação com Celso Daniel.
- Presidente da Câmara confessou cobrar propina “como se fosse a coisa mais natural do mundo” — e se reelegeu.
- Reajustes salariais em 2023: 59% para o prefeito, 77% para vereadores, 60% para autarquias.
- Favela Campo Belo — próxima ao aeroporto de Viracopos (ponto de entrada de turistas), controlada pelo tráfico há décadas, nunca resolvida.
A consequência regional
A favela Campo Belo serve como “vetor para criminosos que se espalham para Vinhedo, Valinhos e Jundiaí”. Renan avisa que Campinas “aos poucos vai se encaminhando para uma decadência” — processo que precisa ser revertido com reindustrialização tecnológica e com classe política focada em capital humano, não em propinas.
