Kim Kataguiri será investigado por possível desvio em emendas
Renan relata o episódio que descreve como o primeiro ato de Kim Kataguiri como deputado federal do Partido Missão: o próprio deputado pediu investigação sobre suas emendas ao perceber irregularidades no destino dos recursos.
O caso
Kim enviou emendas obrigatórias a dois projetos:
- Criação de uma base para a Polícia Militar em Osasco.
- Compra de uma van para o Lar Jesus entre as Crianças (ONG local).
As emendas desapareceram — o prefeito de Osasco, Gerson, não deu explicações sobre o paradeiro dos recursos.
A atitude “suicida”
Kim decidiu ir ao ministro Flávio Dino — adversário político — e colocar suas próprias emendas à disposição para investigação, pedindo que o prefeito fosse apurado. Renan classifica a atitude como “suicida” no sentido de que poucos políticos expõem voluntariamente seus próprios recursos a escrutínio.
“Nunca vi uma atitude dessas em todos esses anos de política — um deputado federal exigindo que as próprias emendas fossem investigadas.”
A “Resolução Kim Kataguiri”
Renan anuncia que, como presidente do Partido Missão, publicará uma resolução estabelecendo como padrão o procedimento de Kim: qualquer parlamentar da sigla que identificar irregularidades em suas emendas deve agir da mesma forma. Desafia presidentes de outros partidos — especialmente do Centrão — a fazer o mesmo.
