HIPOCRISIA EXPOSTA COM SUCESSO
Renan critica o vídeo em que a deputada estadual Fabiana Bolsonaro se pintou de negra na Assembleia Legislativa de São Paulo para “denunciar a hipocrisia da causa trans”, e usa o caso para contrastar desempenho legislativo real com shows políticos.
Resumo
Renan reconhece que considera Érika Hilton uma “aberração” e sua presença na Comissão da Mulher como um “tapa na cara das mulheres”, e que protestos contra isso são legítimos. Mas classifica o gesto de Fabiana Bolsonaro como “showzinho ridículo” sem nenhuma produção legislativa que o justifique.
Levanta o histórico legislativo da deputada na ALESP:
- Instituiu o Dia da Família Cristã no calendário de São Paulo.
- Declarou municípios de interesse turístico (Zacarias, Vinhedo, Vargem Grande do Sul).
- Instituiu o doce ABC como patrimônio cultural e imaterial de São Paulo.
- Criou o Dia dos Heróis da Polícia Penal.
Fora isso, classifica o mandato como “agência de publicidade para defender Bolsonaro e dar xingadas na esquerda”.
“Ela precisava ser deputada para fazer esse vídeo? Poderia apenas gravar como cidadã comum.”
Renan conclui que os shows de Fabiana Bolsonaro e Nicolas Ferreira (peruca) na prática ajudam Érika Hilton, dando-lhe material para seus próprios vídeos. O eleitor que aplaude esses gestos é chamado de “infantilizado”.
Como contraponto, cita que o deputado federal Kim Kataguiri (Partido Missão) conseguiu aumentar as penas para furto, roubo e receptação — resultado concreto que “muda a tua vida atrapalhando a vida dos bandidos”.
Temas
Pessoas mencionadas
- Fabiana Bolsonaro — deputada estadual ALESP, filha de Bolsonaro; vídeo da blackface criticado
- Kim Kataguiri — deputado federal, Partido Missão; aumento de penas para furto/roubo/receptação
- Érika Hilton — deputada federal, mencionada como alvo do protesto e como beneficiária do show
Posições defendidas
- Produção legislativa concreta vale mais do que performances políticas.
- Crítica à “direita de show” que não entrega resultados.