7 PROPOSTAS PARA A TECNOLOGIA
Renan Santos apresenta sete medidas inspiradas em modelos internacionais para transformar o Brasil em polo de tecnologia e empreendedorismo.
As 7 propostas
1. Simples Tech (modelo estoniano) A Estônia é o país com maior número de investimentos em startup per capita da Europa. Inspirado nisso, Renan propõe um regime tributário chamado “Simples Tech”: o dinheiro reinvestido na própria empresa não é tributado. Foco no jovem empreendedor.
2. Stock options sem tributação (modelo americano) Nos EUA, funcionários podem receber parte de sua remuneração em ações da empresa (stock options). No Brasil, esse instrumento será adotado e não tributado — assim como no modelo americano — para fomentar a participação de funcionários no crescimento das empresas.
3. Fundos de pensão em venture capital (modelo francês — TIB) Na França, o programa TIB destina 1% dos investimentos dos fundos de pensão públicos a fundos de venture capital, que financiam jovens empresas de tecnologia. Renan pretende replicar o modelo no Brasil: baixo risco para os pensionistas, alto potencial de retorno.
4. Matching de investimento estrangeiro (modelo israelense) Em Israel: se uma empresa de tecnologia recebe investimento estrangeiro (ex.: de americanos), um fundo estatal israelense replica o mesmo investimento nos mesmos termos. O Estado duplica a chance de sucesso da empresa nacional. Renan quer fazer o mesmo no Brasil.
5. Programa de caça a talentos (inspirado em Peter Thiel) Peter Thiel criou o Thiel Fellowship, que identifica novos talentos e os conecta com grandes empresários. Renan propõe criar um fundo público-privado que busque os melhores alunos do Enem, invista em suas ideias e os conecte com grandes empresários brasileiros — fomentando o sonho de empreender em vez de prestar concurso.
6. Isenção de ganho de capital (modelo inglês) No Reino Unido, ganhos de capital com a compra de ações de empresas listadas na bolsa há mais de 5 anos não são tributados. O incentivo direciona grandes investidores para empresas novas e inovadoras. Renan quer adotar o mesmo mecanismo para criar uma “nova elite tecnológica” no Brasil.
7. Visto para nômades digitais O Brasil é “muito chato” para estrangeiros. Renan propõe vistos para nômades digitais e empreendedores estrangeiros que queiram abrir empresa, contratar brasileiros e criar tecnologia no país — sem exigir reciprocidade diplomática.
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