Caiado e Lula são VELHOS

Short provocado pelas notícias de que Ronaldo Caiado se lançou candidato à Presidência e Lula confirmou Alckmin como vice. Renan diz: “o que eles têm em comum? Eles são velhos”. Faz questão de ressalvar que não tem nada contra a velhice — “aprendi a ser quem sou pelos ensinamentos dos meus avós e dos meus pais” — e desloca o argumento para a obsolescência política.

A tese geracional

Renan observa que Caiado, Lula e Alckmin estão presentes na política eleitoral desde a primeira eleição pós-redemocratização, em 1989. São, segundo ele, “37 anos dos três participando de debates e discussões que na prática não nos levaram a lugar nenhum”. A evidência que oferece:

  • Caiado “nunca chegou ao poder”.
  • Lula chegou — “e vocês já viram o que deu”.
  • O Brasil, em termos de PIB, era mais relevante em 1989 do que hoje: “nossa importância mundial diminuiu”. Estaríamos atrás de China, Coreia, Índia, e mesmo “países africanos que viviam em guerra apresentam renda per capita melhor do que a nossa, como Botsuana”.
  • Provocação: se perguntar a Caiado ou Lula “o que é inteligência artificial, eles não entenderão”.

O caso Caiado

Renan conta que trabalhou com Caiado no impeachment de Dilma — “eu convenci ele a lutar pelo impeachment, a participar das manifestações conosco” — e reconhece que o goiano foi “um bom parlamentar de oposição e útil naquele processo”. Mas o classifica como insuficiente como líder nacional, e dá como prova “a forma como ele se submete ao bolsonarismo o tempo todo”. Específica a crítica: a primeira coisa que Caiado faria como presidente seria anistiar Bolsonaro — para Renan, uma prioridade errada, porque “nossa verdadeira guerra não é entre político A e B, mas entre bandidos e a sociedade”.

Provoca: “Tô muito curioso para ver se o Caiado vai fazer oposição ao Flávio Bolsonaro, que pertence a uma família corrupta”.

O caso Lula

Chama Lula de “câncer na esquerda” e diz estar “até feliz que ele seja candidato, porque na prática a gente pode destruir o símbolo dele nos debates” e porque “ele não deixa ninguém nascer abaixo dele”.

Aliados que cita

Renan afirma que seu governo seria feito “por pessoas de todas as idades, mas com mentalidade jovem e moderna”, e cita nomes que caracteriza como apoiadores:

  • Comandante Busnelo — “enfrentou inúmeros bandidos no BOPE”.
  • General Santos Cruz — “esteve em dois campos de batalha, no Congo e no Haiti”.
  • “Lideranças econômicas no empresariado, agricultura, que fizeram a economia prosperar”.
  • “Filósofos, pensadores e gente que ajuda a imaginar um Brasil melhor”.

A “Constituição maldita”

Renan se coloca como “a voz da geração que cresceu depois do Pacto de 88, da maldita Constituição que tornou nossa vida uma desgraça”, e sustenta que sua pré-candidatura existe para “romper com esse modelo”.

Posições defendidas no vídeo

Lista de compromissos “jovens e modernos” que ele oferece:

  • Combate ao crime.
  • Atração de empresas internacionais para tecnologia.
  • Resolver a infraestrutura.
  • Acabar com a indústria dos auxílios e bolsas que fazem “boa parte da população não trabalhar”.
  • Enfrentar renúncias fiscais, privilégios do funcionalismo e “mamatas históricas”.

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