Oruam matou um pai de família
Renan usa o assassinato de um pai de 28 anos durante um assalto — diante do filho de 7 anos — para denunciar a cadeia de responsabilidade que, na sua leitura, liga a normalização do crime ao rapper Oruam, à mídia e ao governo.
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O caso
Um pai de 28 anos foi morto enquanto buscava o filho de 7 anos numa escolinha no Rio de Janeiro. O filho presenciou o assassinato durante uma tentativa de roubo de celular ou carro. Renan descreve o filho como traumatizado para sempre.
A responsabilidade difusa
Renan explica por que, no título, atribui o assassinato ao Oruam:
“Oruam, assim como Pose do Rodo, assim como alguns jornalistas na Rede Globo, intelectuais e políticos, normalizam o crime organizado.”
A cadeia descrita:
- Oruam glorifica o Comando Vermelho nas músicas.
- Mano Brown no podcast relativiza e defende os “manos”.
- Juízes lenientes soltam criminosos.
- Políticos em Brasília votam contra medidas penais.
- Lula, como presidente, não age.
Resultado: a população é ensinada a aceitar ser assaltada, violada e morta como parte normal da paisagem.
“Toda essa turma junta na maior ela não liga. Lembra quando os policiais do BOPE entraram na favela e mataram os bandidos? Essa turma ligou pro bandido. Para esse pai de família, ninguém vai ligar.”
Posição de Renan
Renan classifica o Brasil como estando em “guerra civil”. Propõe resposta com força letal:
“Se a gente não responder com bala e matar todas as lideranças do crime organizado e inclusive os porta-vozes deles serem presos e se reagirem e morrerem, nós vamos perder essa guerra.”
Declara que é pré-candidato porque quer “vingar” os mortos e as famílias de vítimas. Rejeita explicitamente o discurso de recuperação: “Não é sobre recuperar ninguém, é sobre fazer justiça.”