Tão roubando o seu disprósio!

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Renan denuncia a exportação de disprósio (terra rara) quase bruta do Brasil para os Estados Unidos e apresenta proposta para aproveitar as terras raras brasileiras com soberania tecnológica.

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O que é o disprósio

O disprósio é uma terra rara usada em ímãs de alta temperatura — elemento essencial nas baterias de carros elétricos e diversas outras aplicações. Renan sintetiza:

“Não tem Tesla sem disprósio. E não tem disprósio sem falar com o Brasil.”

O caso concreto

Uma empresa americana com participação do governo dos EUA está explorando uma mina em Goiás e exportando o disprósio quase bruto para ser refinado nos Estados Unidos, de onde virão os produtos finais (semicondutores, drones, motores elétricos, ímãs militares).

Trump, por sua vez, estatizou 10% da empresa americana de terras raras para que atue geopoliticamente como instrumento de coleta de terras raras em outros países — levando a alta tecnologia para os EUA.

O lobby no Congresso

Renan denuncia que um projeto de lei em tramitação na Câmara, sob pressão de lobby, retirou dois pontos fundamentais:

  1. A obrigatoriedade de transferência de tecnologia para o Brasil.
  2. Um percentual de reinvestimento em pesquisa e desenvolvimento nacional.

Resultado: o Brasil sobe zero na cadeia de valor.

A proposta de Renan

Diferente do modelo do PT (criar empresa estatal que, na sua leitura, apenas “rouba as riquezas”), Renan propõe:

  • Reforma de competitividade para facilitar capital estrangeiro, contratação e instalação de empresas.
  • Empresas mistas (brasileiros + estrangeiros) que produzam não apenas a terra rara, mas os produtos correlatos: drones, equipamentos laser de precisão, semicondutores, motores de carros elétricos.
  • Usar a posição geopolítica privilegiada das terras raras para tornar o Brasil militarmente desenvolvido e economicamente mais rico.

Referência à China como modelo de quem tem terras raras e indústria automobilística e bélica, crescendo sem dependência dos EUA.

“Que tal construir um marco para as terras raras que gere esse tipo de riqueza no Brasil?”

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