Essa mãe teve que devolver a camisa do Neymar.
Em 31 de agosto de 2026, Renan Santos narra o episódio ocorrido em um jogo entre Corinthians e Santos: uma mãe levou o filho — que torcia para o Corinthians — com uma plaquinha para Neymar, jogador do Santos. Após o jogo, Neymar tirou a camisa e a entregou ao menino. Renan observa que, “em qualquer lugar do mundo, isso seria uma cena bonita e civilizada” — mas, no Brasil, outros torcedores começaram a arremessar objetos, xingar e ameaçar expulsar e agredir a mãe e o filho. A mãe foi obrigada a devolver a camisa e os dois tiveram de fugir “como se eles fossem os bandidos, enquanto os verdadeiros bandidos… ficam lá achando que eles dão as regras”.
Renan usa o caso para diagnosticar um “país tão doente, tão maluco” e para defender o endurecimento das leis: “quando eu falo que as nossas leis têm que ser duras, é para proteger a mãe e esse menino de vagabundos como esses caras”. Ele afirma que “um cara que fez isso é provavelmente o cara que pode te assaltar na rua”, “o cara que bate na namorada”, “um cara que não presta” — e que esses “são inimigos”. Ressalva que “não são a maioria das pessoas que estão no estádio” nem “a maioria da torcida do Corinthians”, mas “um pequeno grupo de pessoas que existem em todos os lugares. Eles são o bandido.”
Renan encerra dizendo que “são essas pessoas que são sempre a minoria que o meu governo vai destruir” e que “o Brasil de vocês vai vencer” — “o Brasil de uma torcida que sabe admirar um jogador de outro time e que entende que as coisas vão ser leves e sem violência”.
Temas abordados
- Segurança Pública — violência cotidiana; leis duras para proteger as pessoas de criminosos
Posições defendidas
- Aumento de Penas e Crimes Imprescritíveis — “as nossas leis têm que ser duras” para proteger cidadãos comuns
Pessoas mencionadas
- Neymar — descrito como “ídolo nacional” que fez gesto bonito ao dar a camisa ao menino
