O crime não pode ser o normal nas nossas vidas

Em 11 de setembro de 2026, Renan Santos publica um short de campanha construído sobre a perda da infância na rua no Brasil. A locução de abertura diz: “As crianças costumavam brincar na rua. De repente, isso parou. Os muros cresceram e a insegurança aumentou.

O vídeo toma a mudança do espaço público como sinal de degradação da segurança: a rua deixa de ser lugar de convivência infantil, os muros passam a cercar as casas e a insegurança se torna o pano de fundo cotidiano. A peça trabalha a ideia de que a violência e o medo deixaram de ser exceção para se tornar a norma — o que dá título ao vídeo, mas esse título não aparece na fala registrada na transcrição.

Além da locução de abertura, não há no material disponível outras afirmações atribuíveis a Renan neste vídeo. O short se conecta ao eixo de segurança pública da campanha, no qual Renan sustenta que o Brasil deixou de viver uma normalidade e que a criminalidade se tornou regra nos lugares mais pobres do país — ver Segurança Pública.

Nota de curadoria: a legenda automática do vídeo capturou apenas a narração de abertura, com cerca de 20 segundos. O restante da peça não pôde ser recuperado na transcrição, de modo que nenhuma outra declaração foi atribuída a Renan com base nesse trecho.

Temas abordados

  • Segurança Pública — a insegurança como norma cotidiana e o fim da rua como espaço de convivência

Posições defendidas

  • Não foram identificadas propostas novas neste vídeo; o conteúdo é retórico e reitera o diagnóstico de que o crime e o medo se tornaram normais no Brasil.

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