Jhonatan de Jesus
Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Renan Santos o identifica como a figura central na tentativa de reversão da liquidação do Banco Master pelo TCU — o que classificou como “a marmelada da república” em curso.
Nota: esta página registra afirmações de Renan Santos sobre Jhonatan de Jesus. Acusações são reprodução das declarações dele.
Quem é ele, segundo Renan
- Filho de senador de Roraima
- Indicado ao TCU por Arthur Lira
- Ex-deputado federal por Roraima por três mandatos
- Esposa foi funcionária fantasma na Câmara dos Deputados
- Em operação da Polícia Federal, um carro registrado no nome da esposa foi encontrado na casa do “careca do INSS” — figura identificada no escândalo do INSS
O caso Banco Master no TCU
Em janeiro de 2026, Jhonatan de Jesus era o relator do caso Banco Master no TCU e sinalizou que “não havia provas suficientes” para a liquidação do banco decretada pelo Banco Central — o que abriria caminho para a reversão da decisão.
Para Renan, a revisão não é técnica: é a “marmelada se dando no TCU, na surdina”, tirando a credibilidade do Banco Central. O sinal que isso passaria ao mundo: “No Brasil, você pode dar golpe na praça, dar calote em todo mundo, e basta comprar os ministros certos que tá tudo bem.”
“Brasília é mais cidade pequena do que qualquer outro lugar do Brasil.”
Contexto no escândalo maior
Renan usa o perfil de Jhonatan para ilustrar como o esquema do Banco Master perpassa todas as instâncias: parlamentares, judiciário, Banco Central e TCU. “O que está acontecendo é o maior golpe da história do Brasil. Ninguém está falando nada, ninguém está fazendo nada.”