Precisamos libertar 25 milhões de brasileiros!
Renan defende que 25 milhões de brasileiros estão presos na mão do crime organizado e propõe uma resposta que vai além das polícias estaduais.
O argumento central
Segundo Renan, o combate ao crime organizado exige que o presidente esteja pessoalmente próximo das operações militares, respaldando institucionalmente os agentes — diferente do que ocorreu na GLO tocada pelo governador Temer ou na descida “malandra” de Wilson Witzel de helicóptero.
A proposta operacional
- Uso das polícias estaduais como ponta de lança, mas insuficientes sozinhas.
- Envolvimento da Força Aérea para controle de fronteiras — “droga passando pelo Paraná e fronteira com o Paraguai”.
- Trabalho multifatorial e multiestadual, já que o crime organizado é “uma instituição nacional”.
- Alterações nas leis penais e de processo penal para permitir o enfrentamento.
A mudança de paradigma jurídico
Renan critica a ressocialização como foco central do direito penal, propondo inversão: maior ênfase na punição. Descreve isso como uma ruptura com praticamente todas as escolas de direito penal brasileiras e com os constituintes de 1988.
“Nós precisamos libertar 25 milhões de brasileiros que estão presos à mão do crime organizado.”
