Prepare-se para ficar revoltado

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Renan narra o caso de um criminoso que atirou em um policial durante operação em Paraisópolis (SP), tomou sua arma, e foi posteriormente preso em flagrante — mas solto por uma juíza que considerou que “ele tem bons antecedentes”.

O caso

O policial sobreviveu com sequelas. O criminoso foi identificado sem margem de dúvida. Ainda assim, a juíza decidiu soltá-lo. Renan descreve a cena como simbólica da inversão de prioridades do sistema de Justiça:

“A nossa justiça tá preocupada em reabilitar o vagabundo e não em honrar a vítima.”

Critica o contraste entre a situação do policial — que “tomou um tiro no pescoço” e está “desonrado” — e a juíza, que ganha “muito mais do que a média brasileira” e vai para casa tranquila.

A proposta

Renan defende prisão perpétua ou pena de morte para quem tenta matar um policial. Vai além: critica que mesmo havendo leis que permitem a prisão, juízes se sentem livres para soltar o réu. Propõe mudança estrutural para que o judiciário não possa tomar decisões que desonrem a vítima ou tornem a sociedade mais insegura.

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