Até quando você vai aguentar esse esculacho?

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Renan exibe imagens de uma juíza conversando de forma intimista com um réu chamado “Caio” — descrito como homicida com duas passagens por homicídio e também por tráfico de drogas. A interação é apresentada como símbolo da cumplicidade do judiciário com criminosos.

O caso

A juíza trata o réu como conhecido (“Ô, sei de novo aqui, Caio”), em tom descontraído. Renan destaca que ela teria recebido R$ 700.000 só no ano vigente — pago pelo contribuinte — enquanto “tua vida é uma merda, você é mais pobre.”

A crítica

Renan questiona como um juiz pode se comportar como “amigo do bandido” e ainda propor ressocialização para quem “não tá deixando”. Defende que essa juíza “tinha que ser afastada” — ressalvando que no Brasil juízes afastados continuam recebendo supersalários.

“O judiciário tem a mão cheia de sangue por permitir que esses bandidos fiquem na rua.”

Termina desafiando a audiência: “Vocês não estão odiando o sistema suficiente.”

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