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Renan Santos comemora um passo decisivo na fundação do Partido Missão: o Ministério Público Eleitoral (Procuradoria Geral Eleitoral) emitiu parecer declarando que o partido foi construído da forma “mais correta, mais lisa, mais proba possível” — recomendando o deferimento. O julgamento final no TSE estava previsto para 30 dias.
O contexto
O julgamento no TSE, que viria a ocorrer em novembro de 2025 com aprovação por 7 a 0, era o caminho final para o partido existir formalmente. O parecer do MPE foi descrito como “maravilhoso”: a entidade que deveria fiscalizar eventuais irregularidades confirmou que não havia nenhuma.
O cenário político segundo Renan
A existência do Partido Missão importa porque, sem ele, em 2026 o eleitor teria apenas dois “pacotes” igualmente ruins:
- PT/Haddad: aumentar impostos, acumular dívida.
- “Múmias” do centrão: Tarcísio, Zema, Caiado, Ratinho — com apoio dos ladrões do centrão, do mercado financeiro e do STF.
“O Brasil continua sendo uma ideia que não se realiza.”
Renan critica o Partido Novo por ter se tornado “puxadinho do Bolsonaro”, e Nicolas Ferreira por ser “vendedor de ilusão.”