Prendeu, Matou e a bebida envenenada do PCC

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Renan Santos comenta o desmantelamento de um laboratório clandestino que misturava metanol a bebidas alcoólicas para distribuição — operação atribuída ao PCC. Mortes e casos de cegueira foram registrados.

O ato como terrorismo

Renan rejeita o enquadramento do caso como crime comum e o compara a um ataque terrorista:

“Imagine que a Al-Qaeda resolveu contaminar uma represa que atende uma cidade. Esse ato em qualquer lugar do mundo vai ser tratado como sabotagem.”

Colocar veneno em bebida que chega a consumidores desavisados é, segundo Renan, um ato de terror. As consequências — mortes e cegueira — são equiparáveis a um atentado.

A crítica ao sistema penal

Os responsáveis terão direito a ampla defesa, recursos em várias instâncias, progressão de regime, saidinha. Para Renan, o sistema penal trata membros do PCC como “cidadãos comuns”, quando deveriam ser tratados como terroristas — com legislação que suprime as prerrogativas habituais.

O instrumento proposto: direito penal do inimigo + classificação de PCC e CV como organizações terroristas. Renan critica Nikolas Ferreira por não querer enfrentar o tema.

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