Você também é a favor de escolas militares

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Renan Santos defende as escolas cívico-militares como componente essencial do programa de desfavelização e de combate ao crime organizado — com fundamentação em um dado sociológico sobre ausência paterna.

O argumento pela escola militar

Renan parte de imagens de crianças pequenas marchando para defender a ideia de que crianças buscam naturalmente ordem e significado — e que a escola deve oferecer isso em vez de caos pedagógico. Critica a adoção de “métodos alternativos de alfabetização” que abandonam o método fônico, gerando adultos irritados e confusos.

O dado sobre ausência paterna

Renan cita um estudo da FGV de 2007 que, segundo ele, mostra que a maior parte dos jovens que cometem crimes violentos no Brasil entre 15 e 25 anos é oriunda de famílias sem presença paterna. A escola cívico-militar supriria essa lacuna:

“O professor na sala de aula, o professor de educação física, eventualmente um oficial da polícia que vai estar presente, supre essa figura masculina, traz ordenamento e cria um cidadão pronto para atuar.”

A conexão com a desfavelização

O plano é sequencial: retomar os territórios controlados pelo crime → instalar escolas militares nas periferias → quebrar a lógica cultural que alimenta o recrutamento pelo crime organizado. A escola militar não é apenas pedagógica, é estratégica.

“Vamos retirar da mentação da criançada e dos adolescentes aquela lógica, as músicas, o absurdo ligado ao crime organizado.”

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