Legal seu projeto, Renan

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Vídeo em que Renan responde à sugestão de que deveria se unir a Tarcísio de Freitas, e aproveita para traçar um mapa das conexões entre os três principais candidatos e o Banco Master.

Por que não se unir a Tarcísio

A pergunta que o vídeo responde: “Legal seu projeto, Renan. Mas você poderia se unir ao Tarcísio?” Renan argumenta que não sabe qual é o projeto do Tarcísio:

  • Tarcísio nunca declarou o que fará do ponto de vista fiscal se ganhar a eleição.
  • Tarcísio nunca disse o que fará contra o crime organizado. Diz que enfrenta o crime em São Paulo — “mas o PCC tá mais forte do que nunca aqui.”

Os três inimigos: Lula, Tarcísio e Flávio

Renan usa uma analogia bíblica para classificar os adversários:

  • Lula = “o capeta” — “nosso inimigo central.”
  • Tarcísio = “Barrabás” — “o cara colocado pelas elites locais para tirar o foco de todos nós.”
  • Flávio Bolsonaro = “Judas” — “traiu tudo o que nós fizemos em nome das moedas de prata para comprar casa, de preferência lavadas numa loja da Copenhagen.”

Todos no celular do Vorcaro

Renan apresenta cada um ligado ao Banco Master:

  • Flávio Bolsonaro: era “amigo da turma do Vorcaro” e de Roberto Campos Neto; fez lobby pelo Banco Master no Congresso.
  • Tarcísio de Freitas: quer colocar Roberto Campos Neto como ministro da Fazenda — e Campos Neto, “não estando na folha de pagamento do Vorcaro, ignorou mais de 38 chamadas do mercado financeiro contra o golpe do Banco Master”; recebeu doação de R$ 2 milhões de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.
  • Lula: tem Ricardo Lewandowski (ex-consultor do Banco Master) como ministro da Justiça; tem Guido Mantega (também consultor do Banco Master) como ex-ministro da Fazenda.

“Tá todo mundo no escândalo do Banco Master. E sabe onde? No celular do Vorcaro.”

A pressão para Renan desistir

Renan relata que “grandes empresários” pedem que retire a candidatura para “não dividir a direita.” Resposta: “Com todo o respeito que essas porcarias merecem, nós vamos botar para escanteio todos eles. O único ponto que temos que atacar é o ponto fraco do nosso inimigo.”

Fontes