TEMOS O JUDICIÁRIO MAIS CARO DO MUNDO…

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Vídeo em que Renan usa a notícia da prescrição de investigações contra Marcos Willians Herbas Camacho (Marcola), líder do PCC, para criticar o custo e a ineficiência do Poder Judiciário brasileiro.

O caso Marcola

Uma investigação de 174 réus por associação criminosa envolvendo Marcola prescreveu após 16 anos sem resultar em condenação, simplesmente porque os investigadores “não conseguiram citar um cara.”

Renan usa o caso não para falar do Marcola em si — “Marcola é um vagabundo, Marcola tinha que estar no carbono já” — mas como prova do fracasso estrutural do judiciário: “Nós pagamos para ter a justiça mais cara do mundo.”

O gasto em perspectiva comparada

O dado citado por Renan: o Brasil gasta, em porcentagem do PIB, 10 vezes mais em judiciário do que a Argentina — e a Argentina “também é conhecida por ser um país de privilégios.” Conclusão: mais custo sem mais justiça.

O diagnóstico: judiciário sem cobrança de resultados

Renan atribui parte do problema à composição da Câmara dos Deputados: “como ela é composta por ladrões, um bando de vendido, não consegue fazer nada e tem medo de brigar com o judiciário.”

A proposta implícita: um presidente que enfrente essa estrutura, reduza os gastos, corte os “penduricados” e estabeleça obrigação de resultados para os magistrados. “Não dá para os caras ganharem os salários que ganham, mais os penduricados, e depois não ter nenhuma obrigação com o resultado.”

Fontes