Diga-me com quem andas, Lula
Renan aplica o princípio “diga-me com quem andas que te direi quem és” à vida pessoal e política de Lula, listando casos de corrupção no entorno imediato do presidente.
O entorno corrompido de Lula
Renan apresenta três casos do círculo pessoal de Lula:
Frei Chico (irmão): suspeito de irregularidades, ainda não preso — segundo Renan, coincidência suspeita dado o parentesco.
Lulinha (filho): suspeito de receber R$ 300 mil mensais diretamente do esquema do “careca do INSS” (referência ao escândalo de desvios no INSS). Sua melhor amiga, que viaja com ele de jatinho, também teria recebido R$ 15,5 milhões do mesmo esquema.
Everton Rocha (vice-líder do governo Lula no Senado): alvo de busca e apreensão, relacionado ao esquema do INSS.
A coincidência do aumento ao judiciário
Renan aponta como “coincidência muito coincidente” o fato de o governo Lula ter concedido reajuste ao Judiciário — “justamente a turma que costuma julgar corruptos.”
A tese central
Para Renan, Lula não pode fingir que é honesto por “dissociação”: se quer ser popular pela associação com o povo, precisa ser reconhecido como desonesto pela associação com seu entorno. “O Lula tenta fingir que ele próprio não é ladrão, mesmo tendo passado uma temporada na cadeia anos atrás.”