Se você é mulher
Renan dirige um recado direto às mulheres após episódios de violência que circularam nas redes sociais — especialmente o vídeo de uma mulher arrastada por um ex-companheiro — e anuncia que vai “acabar com a raça” de quem gera medo e pânico.
Diagnóstico: impunidade como raiz
Para Renan, a violência contra a mulher — seja física, emocional ou o uso da relação de confiança para agredir — é crime “ediondo” que precisa de penas muito maiores. A raiz do problema não é cultural (rejeita a pauta sobre “red pills” que a esquerda levanta), mas a impunidade estrutural do Brasil: “as pessoas cometem violências dessa natureza simplesmente porque o Brasil é o país da impunidade.”
Posição sobre penas
Renan defende que os crimes de violência extrema precisam ter punições “exemplarmente mais altas”. Coloca na mesa duas possibilidades para debater com a sociedade:
- Prisão perpétua para crimes de alta violência com quebra de confiança ou premeditação.
- Pena de morte para quem comete crimes dessa natureza — “pessoas que cometem crimes premeditados, muito violentos, não têm condição de conviver em sociedade, nem merecem reabilitação, muito menos perdão.”
Crítica à Érika Hilton
Renan recusa o discurso de políticos “supostamente feministas” como Érika Hilton, que ele acusa de tomar a causa para si enquanto vota recorrentemente para diminuir penas para criminosos: “No fundo, o homem agressor se vale das mesmas leis pró-bandido que o traficante também se vale.”