Essa barbárie precisa acabar
Vídeo gravado em resposta a imagens do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, no dia 1º de janeiro — lixo acumulado, arrastões, ausência total do poder público às 7h da manhã. Renan usa o episódio para criticar a gestão do prefeito Eduardo Paes e defender medidas duras de segurança e ordem urbana.
Eduardo Paes: “sempre foi um ladrão”
Renan classifica o prefeito do Rio como corrupto que “junta ao redor dele na base da cooptação o que tem de pior no Rio de Janeiro e sempre escapa na boa porque tem amigos muito poderosos.” Afirma que a “propaganda bizarra e comprada” sobre Paes contrasta com a gestão visível para todo mundo.
A questão racial como obstáculo
Diante das imagens de arrastões, Renan critica quem defende que suspeitar dos autores é racismo:
“Galera, vamos deixar essas discussões de [merda] pro lado e vamos ser óbvios: uma cidade turística como o Rio de Janeiro tem que ser limpa.”
Propostas de ordem urbana
Defende um Rio “civilizado” com:
- Maioridade penal reduzida para menores que roubam — eles “vão ficar sonhando em voltar pra rua dentro da cadeia, vão costurar bola, vão fazer aula de português e matemática”
- Reincidentes ficam “o resto da vida na cadeia”
- Regras duras para música, som, barulho, roupa e comportamento público
O Rio como ponta do iceberg
“O Rio de Janeiro é apenas a ponta do iceberg de um país que está se tornando cada vez mais bárbaro.”
Renan questiona se o “disparo de felicidade” do réveillon e do carnaval vale o estado de barbarização permanente das cidades.
