Pautas Identitárias e de Gênero
Posições de Renan Santos sobre transgeneridade, identidade de gênero, feminicídio e cotas — temas que ele frequentemente usa para contrastar a abordagem do MBL com a da esquerda progressista.
Autismo: laudos fraudulentos vendidos e BPC duplicado (maio de 2026 — continuação)
Em 15 de maio de 2026, Renan aprofunda o tema da fraude de laudos autistas. Apresenta dois dados concretos: entre 2022 e 2024, o número de pessoas recebendo BPC por TEA em São Paulo saltou de 134 mil para 274 mil (dobrou em dois anos); duas operações policiais recentes em São Paulo e Santa Catarina prenderam escritórios que vendiam laudos de autismo falsos para acesso ao BPC.
Menciona que o prefeito do Recife, João Campos, teria beneficiado amigo em concurso via cota para deficientes com diagnóstico de autismo.
Renan lista os benefícios que quem tem laudo de autismo pode obter indevidamente: fura fila em avião, vaga especial em estacionamento, assento especial no ônibus, isenção de IPI na compra de carro, BPC de valor maior que o Bolsa Família.
Afirma que o Partido Missão tem funcionários com TEA nível 1 trabalhando normalmente — e nenhum buscou laudo para benefício. Defende que autistas severos têm direito a escolas especiais, separados dos alunos típicos.
Ver 2026-05-15 - Eu sou o maior inimigo da causa autista.
Autismo: “indústria do diagnóstico” e escola inclusiva forçada (maio de 2026)
Em 9 e 10 de maio de 2026, Renan comenta o anúncio de Letícia Sabatella de que recebeu diagnóstico de autismo aos 52 anos, usando o caso para criticar dois problemas distintos:
1. A indústria do diagnóstico: psiquiatras e advogados que emitem laudos falsos para pessoas neurotípicas acessarem o BPC e isenções fiscais (ex.: isenção de IPI na compra de carro). A Lei Berenice Piana (2012) equiparou o Transtorno do Espectro Autista a deficiência física e, segundo Renan, criou esse mercado. Os gastos com BPC por autismo superaram os pedidos por outras deficiências físicas.
2. A escola inclusiva forçada: a obrigatoriedade de colocar alunos autistas e neurotípicos na mesma sala. Resultado documentado: crianças autistas sofrem bullying em taxa muito maior; professores sem preparo entram em burnout; desempenho de todos piora. Renan cita o médico José Salomão Schwartzman (Roda Viva) confirmando que o autismo “nível 1 de suporte” virou “o que você quiser.”
Proposta: salas especiais para crianças com necessidades especiais; alunos típicos em salas regulares; revisão do BPC para autismo; perseguição a advogados e psiquiatras com laudos falsos.
Renan usa a própria história: foi descrito como “isolado” na infância, professores sugeriram medicação à sua mãe, que recusou. Afirma que poderia obter um diagnóstico hoje — mas não buscará benefícios com isso.
Ver 2026-05-09 - Letícia Sabatella autista e 2026-05-10 - Renan é autista Por que razão ele foi cancelado.
Abacatudo, Red Pill e a agenda feminista como espantalho (abril de 2026)
Em 13 de abril de 2026, Renan critica a campanha da Rede Globo e da ex-deputada Manuela Dávila contra o personagem “Abacatudo” — animação de redes sociais acusada de ser “misógina” e representar o movimento “Red Pill.”
O caso do influenciador “Café com teu pai” é usado como exemplo concreto: foi denunciado ao Ministério Público por aconselhar mulheres a adotarem comportamentos tradicionais, embora boa parte de seu público seja composta por mulheres que voluntariamente consomem e pagam pelo conteúdo.
Renan classifica o movimento como criação de um espantalho: o Red Pill é criminalizado como se causasse mortes de mulheres, enquanto o crime organizado real — que efetivamente mata mulheres — permanece protegido. Leis mais duras não avançam, menores infratores não vão presos, aumentos de pena para crimes violentos não passam.
“O que a gente tá assistindo aqui é a criação de um espantalho, a ideia de que um red pill mata mulheres nas ruas, o que é mentira. Enquanto isso, se defende e se protege o crime organizado brasileiro.”
O ponto de crítica mais enfático: Flávio Bolsonaro, o Partido Novo e o grupo do ex-senador Sérgio Moro votaram pela pauta feminista junto com a esquerda — oportunismo eleitoral para capturar votos femininos.
“Chegamos naquele momento em que Manuela Dávila e Flávio Bolsonaro concordam com a mesma agenda e tocam ela.”
Ver 2026-04-13 - CANCELARAM O ABACATUDO POR MISOGINIA.
”Café com meu pai”: indiciamento de influencer por conteúdo sobre relacionamentos (abril de 2026)
Em 29 de abril de 2026, Renan é questionado sobre o indiciamento do influenciador “Café com meu pai” por falas consideradas misógenas. Renan defende que mulheres adultas têm capacidade plena de decidir o que consumir e classifica o processo como “profundamente autoritário”.
Argumento central: se centenas de milhares de mulheres seguem voluntariamente um criador de conteúdo sobre relacionamentos, não há vítimas. A única justificativa para o indiciamento seria a teoria do “machismo estrutural” — que implica que mulheres adultas precisam de tutela judicial para escolher o que assistir.
“Há um conteúdo que a elas, veja só, é proibido porque senão elas podem reproduzir um machismo. Eu acho isso profundamente autoritário, profundamente vago e profundamente perigoso.”
Renan não defende o conteúdo do influenciador, mas o direito de mulheres adultas de consumi-lo sem perseguição penal ao criador.
Ver 2026-04-29 - Café com teu pai.
”Não haverá idade penal” para crimes hediondos (maio de 2026)
Em 4 de maio de 2026, após o caso de abuso sexual coletivo contra crianças de 7 e 10 anos em São Miguel Paulista (SP) — cometido por menores de idade —, Renan vai além da redução da maioridade e anuncia posição mais radical:
“Quando eu me tornar presidente, não haverá idade penal. Se o rapaz foi capaz de cometer um crime hediondo, estuprar criança, matar mulher, ele vai cumprir a pena igual um adulto. Ponto.”
Contexto legal: o PL 1112 de 2023, que aumentava penas para crimes hediondos, foi votado na Câmara com PT, PSOL e Érika Hilton votando contra. O trecho de redução da maioridade foi retirado da PEC da Segurança por pressão do governo.
Renan relaciona a postura do PT a um projeto ideológico de usar o “jovem marginal” como instrumento de “destruir o sistema”.
Ver 2026-05-04 - O que Erika Hilton tem a ver com o estupro coletivo.
PL da Misoginia: criação de espaços cinzentos (abril de 2026)
Em 30 de abril de 2026, Renan se posiciona contra o PL da Misoginia, aprovado no Senado e em tramitação na Câmara. Argumento central: a legislação vigente já contempla calúnia, injúria e difamação; o novo projeto cria “espaços cinzentos para arbitrariedades”.
Exemplo citado no debate: interromper uma mulher em reunião de trabalho seria qualificado como misoginia — comparado à injúria racial. Renan o considera desproporcional.
O problema real das mulheres, segundo Renan — especialmente as mais humildes — é a segurança física: andar na rua sem medo de assalto e ter proteção real contra violência doméstica.
“Não é uma discussão sobre interrupções ou uma pretensa misoginia que traz medo para essas pessoas. É andar na rua e ser assaltada.”
Ver 2026-04-30 - Minha resposta sobre o PL da Misoginia.
Definição de mulher
Renan adota a definição biológica de mulher como única referência legítima. Critica a deputada Érika Hilton por usar o termo “pessoas que gestam” — na leitura de Renan, uma maneira de reduzir a feminilidade à única característica que Hilton não possui.
“A existência de uma mulher biológica, por contraste, faz com que ela se sinta falsa naquilo que ela é.”
É contrário à presença de pessoas trans anatomicamente masculinas em banheiros femininos, defendendo que esses espaços são de “proteção da feminilidade”. Ver 2026-03-15 - ÉRIKA HILTON É VIOLENTA CONTRA MULHERES e 2026-03-31 - ERIKA HILTON FOI NO RODA VIVA FALAR SOBRE AS MULHERES.
Feminicídio
Renan critica o que chama de contradição estrutural da esquerda: organizar marchas contra o feminicídio e ao mesmo tempo votar contra as medidas penais que puniriam efetivamente os agressores (fim da progressão penal, redução da maioridade penal).
Exemplos citados:
- Champinha — PT queria reabilitá-lo; Renan defende pena perpétua sem progressão.
- Estupro coletivo por menores — PT (Pedro Campos, líder da bancada) avisou que ninguém votaria a redução da maioridade penal, deixando os menores impunes.
“Nós temos que trazer as mulheres pro nosso campo e avisar: seu sentimento bom de proteção está sendo cooptado por vagabundo.”
Ver 2026-03-14 - MINHA RESPOSTA PARA O FEMINICÍDIO NO BRASIL.
Debate no BBB como ponto de partida (janeiro de 2026)
Em 16 de janeiro de 2026, Renan reage a uma declaração de uma participante do Big Brother Brasil que defendeu que mulheres deveriam ser maioria nos postos de gerência e nas faculdades por serem maioria da população. O episódio funciona como ponto de entrada para rebater o conjunto do argumento pró-cotas. Renan é explícito: “Nunca ouvi tanta merda.” Ver 2026-01-16 - DISCUSSÃO NO BBB POR COTAS.
Sua alternativa ao modelo de cotas: alunos de escola pública com bom desempenho recebem bolsa para frequentar escolas privadas de alta qualidade, competindo no vestibular em igualdade de condições com a classe média. Universidade pública deve ser para “formar uma elite de pensamento” — não uma fábrica de diplomas. Países como Alemanha e os do leste asiático formam trabalhadores qualificados via cursos técnicos profissionalizantes, não via diploma universitário universal.
Cotas em concursos públicos e universidades
Renan é contra todos os sistemas de cotas — racial, de gênero, para indígenas, e inclusive a cota social. Em 27 de janeiro de 2026, usa o caso de Duda Odara — pessoa que se define como “transnegra” — para ilustrar o argumento:
Odara passou para medicina na UERJ na posição 1243 de um vestibular com 104 vagas. Na prova de química, tirou 6,25 de 20 pontos (3 em 10). Aprovada pelas cotas racial e trans. Renan:
“No meu governo, todas as cotas vão acabar: seja a cota racial, seja a cota para trans, seja a cota para índio e até a cota social que muita gente na direita defende.”
O argumento central: cotas desmotivam quem tem vocação e se esforça, e colocam profissionais menos preparados em funções críticas (médicos, por exemplo). O médico formado via cota “acha que estar na faculdade é um ato de militância política” — em detrimento do paciente.
Alternativa de Renan: alunos de escola pública com bom desempenho identificados por provas objetivas do governo federal são enviados para “as melhores escolas” com bolsa, formando-se em pé de igualdade com alunos de escolas particulares. Ver Propostas para Educação.
Ver 2026-01-27 - TRANS APROVADA EM CONCURSO ESTAVA NA POSIÇÃO 1243.
Caso anterior citado: candidato com nanismo tentando ser delegado de polícia com prova física adaptada por Alexandre de Moraes. Renan critica a decisão por ignorar os requisitos funcionais do cargo. Ver 2026-03-19 - ANÃO DELEGADO, MINHA OPINIÃO.
Érika Hilton
Aparece em múltiplos vídeos como símbolo da agenda identitária que Renan combate. É descrita como: “uma aberração”, “deputada federal cretina”, e sua presença na Comissão da Mulher como “um tapa na cara das mulheres brasileiras.” Renan porém critica gestos performáticos contra ela (como a blackface de Fabiana Bolsonaro) por entender que apenas fortalecem Hilton. A resposta correta seria legislação penal concreta.
Pedido de cassação de Érika Hilton (março de 2026)
Em 13 de março de 2026, Renan e Kim Kataguiri entraram com pedido formal de cassação do mandato de Érika Hilton. O argumento jurídico: mesmo presidindo a Comissão da Mulher, ela faz comentários que Renan classifica como machistas — chamar mulheres “cis” de “imbecis” (correlacionando feminilidade biológica com imbecilidade), usar a palavra “cadela” para se referir a mulheres adversárias, criticar o cabelo da deputada Júlia Zanata. Hilton também movia processo de R$ 10 milhões contra o apresentador Ratinho por ele discordar de sua identidade de gênero.
“Não adianta você passar sinais femininos externos quando dentro do seu coração você odeia as mulheres.”
Ver 2026-03-13 - Erika Hilton será cassada.
Dia Internacional da Mulher: o que Renan deseja às mulheres
No Dia da Mulher (8 de março de 2026), Renan recusa o tom de celebração vazio e elenca suas prioridades reais:
- Segurança nas ruas — penas mais duras para crimes violentos. Critica mulheres que votam em partidos com penas brandas: “Não adianta querer proteção e votar no PSOL que faz chantagem emocional com você.”
- Respeito profissional — e não pelo corpo ou por relações estratégicas. Critica o sistema de recompensas das redes sociais que premia mulheres que “mostram o corpo” e invisibiliza as que trabalham.
- Julgamento social legítimo — “A independência vem com o julgamento. Uma moça que escolhe namorar um traficante não deve ter aprovação da sociedade. Isso não é machismo.”
- Imagem internacional digna — quer mulheres brasileiras reconhecidas como empreendedoras, esportistas, advogadas, mães e líderes — não como símbolo de sexualização.
Ver 2026-03-08 - FELIZ DIA DAS MULHERES.
Marta Graeff: “alpinismo social” e o sistema de recompensas
Renan usa a ex-noiva de Vorcaro, Marta Graeff, para criticar o que chama de sociedade que recompensa mulheres que se relacionam com criminosos ricos (o “alpinismo social”) enquanto ignora mulheres trabalhadoras honestas. “O que difere Marta Graeff da namorada do traficante da boca? São as roupas de luxo.”
Ver 2026-03-10 - Precisamos falar sobre MULHER DE BANDIDO.
Machismo de jornalistas gays contra mulheres de direita
Em 7 de março de 2026, Renan critica o que chama de assimetria no jornalismo: jornalistas gays que cobrem política cometem piadas etaristas e machistas contra mulheres de direita sem sofrer consequências, valendo-se de uma “licença” de minoria. O caso concreto: o jornalista Leonardo Svarik (O Globo) usou o fato de uma vereadora ter mais de 35 anos como foco central de matéria, em vez do tema político em si.
Renan não critica a orientação sexual do jornalista, mas a assimetria: o mesmo nunca atacaria Érika Hilton com o mesmo teor.
“Pau que bate em Chico também bate em Francisco.”
Ver 2026-03-07 - Quando que esses homens tiveram licença pra atacar mulheres desse jeito.
Érika Hilton na Comissão da Mulher
Em 27 de fevereiro de 2026, Renan comenta a nomeação de Érika Hilton para presidir a Comissão da Mulher na Câmara. Usa o episódio para questionar o que chama de representação simbólica vs. real:
“O que você ganha vendo essa mulher que não gesta ocupando uma posição em que mulheres deviam estar lá para cuidar dos próprios direitos e da própria sobrevivência?”
O argumento: enquanto a comissão tem essa composição, as pautas que afetam mulheres concretamente — roubo (mulheres são alvos preferenciais), estupro ligado ao crime organizado, violência doméstica — ficam sem defesa, pois o PSOL se opõe às medidas penais que puniriam os culpados.
Ver 2026-02-27 - SE VOCÊ É MULHER, COMPARTILHE ISSO.
Ataques a pré-candidatas do Partido Missão
Em 26 de fevereiro de 2026, Renan denuncia os ataques sistemáticos que as pré-candidatas do Partido Missão estão sofrendo de perfis bolsonaristas. Os casos documentados: Ana Hering chamada de “piranha”; Nicole (foto de biquíni em conta fechada usada para ataques); Amanda Vetorazo com deepfake pornográfico gerado por IA; Luana (MG) alvo de stalkers e ameaças de morte.
“Quem ataca elas por ser mulher tem um perfil muito típico: é palhaço, é burro e é virgão. E esse tipo de otário tem que ser combatido de verdade, porque no fundo é apenas um covarde.”
Renan ressalva que não adota política identitária e não faz discurso feminista — mas que todas as pré-candidatas citadas são “pessoas muito decentes” que merecem espaço para defender suas ideias.
Ver 2026-02-26 - VOU PROIBIR MULHER NA MISSÃO.
Família, gravidez na adolescência e ciclo de disfunção
Em vídeos de março de 2026, Renan conecta sexualização precoce, gravidez na adolescência e criminalidade juvenil. Propõe que a cultura pop — funk, baile — que promove essa sexualização seja objeto de política oficial de combate pelo Estado. Crianças com comportamento disfuncional por ausência paterna receberiam acompanhamento psicológico obrigatório na escola.
Ver Família e Paternidade, 2026-03-05 - Precisamos falar algo delicado e 2026-03-03 - Esse é o chá revelação mais importante do Brasil.
Érika Hilton como “futura presidenta” no carnaval (fevereiro de 2026)
Em 15 de fevereiro de 2026, Renan analisou a cena do desfile pró-Lula em que Érika Hilton apareceu com faixa presidencial. Além da crítica identitária habitual, Renan fez uma análise da lógica interna do carnaval: a tradição medieval de inversão (“o rei vira plebeu, o plebeu vira rei”) significa que colocar Érika como presidente é, na verdade, tratar o cargo como “absurdo” — o que seria uma admissão implícita de que nem os organizadores levam a sério o que pregam. “A propaganda virou piada.”
Ver 2026-02-15 - ERIKA HILTON NOSSA FUTURA PRESIDENTA NO CARNAVAL.
Evangélicos no carnaval: humilhação e emancipação (fevereiro de 2026)
Em 17 de fevereiro de 2026, Renan defendeu os evangélicos atacados no desfile pró-Lula. A tese central: a esquerda demoniza o evangélico porque ele representa emancipação — trabalha em comunidade, quer prosperar honestamente, não depende do Estado. O evangélico é o eleitor pobre que a esquerda diz representar mas que recusa o sistema de valores da esquerda.
Renan aponta também que boa parte dos trabalhadores das fantasias do carnaval são evangélicos — submetidos a um trabalho que humilha sua própria fé porque precisam do dinheiro.
Ver 2026-02-17 - ESCOLA DE SAMBA TIRA SARRO DA FAMÍLIA CONSERVADORA EVANGÉLICA.
Bad Bunny e a imagem estereotipada da América Latina (fevereiro de 2026)
Em 10 de fevereiro de 2026, Renan analisa a performance do Bad Bunny no Super Bowl como ato político de esquerda que, além disso, é autohumilhante para a América Latina: a imagem dos latinos como plantadores de cana dançantes. Compara com a abertura das Olimpíadas no Brasil (favela, alegria na adversidade) e na China (conquistas, orgulho do presente). A imagem estereotipada demonstra “fraqueza e ressentimento do país pobre no país rico”.
Critica ainda a direita jovem que “quer entrar em negação” toda vez que um artista que admira assume posição política de esquerda — e pede maturidade política. Ver 2026-02-10 - BAD BUNNY FAZ ATO POLÍTICO NO SUPER BOWL E IRRITA DONALD TRUMP e 2026-02-11 - RESPOSTA AO PODPAH SOBRE A APRESENTAÇÃO DO BAD BUNNY.
Djamila Ribeiro: condenação por “jeca” e a tese do movimento negro (fevereiro de 2026)
Em 8 de fevereiro de 2026, Renan explica que foi condenado a pagar R$ 30 mil à intelectual de esquerda Djamila Ribeiro por tê-la chamado de “jeca de Aparecida” — o termo foi interpretado judicialmente como racismo por associação ao personagem de Monteiro Lobato.
O vídeo vai além do caso individual: apresenta a tese de que o movimento negro intelectualizado funciona como “braço do crime organizado” ao transformar o apelo racial em ferramenta de descarceramento. As vítimas reais do crime organizado são majoritariamente negras ou pardas — e o movimento as ignora sistematicamente em favor da narrativa de que punir criminosos é racismo. Ver 2026-02-08 - EU FUI PROCESSADO POR SER O ÚNICO A FALAR ISSO.
Ativismo seletivo e vítimas descartáveis (fevereiro de 2026)
Em 13 de fevereiro de 2026, Renan documentou dois casos em que lideranças do movimento negro permaneceram silenciosas: a menina de 13 anos estuprada pelo TCP em São João do Meriti, e a menina Sofia morta por facção. Em ambos os casos, Jamila Ribeiro, Silvio Almeida e coletivos negros não comentaram. A análise: o movimento negro mobiliza-se apenas quando a vítima foi morta pela polícia — porque o objetivo real é proteger bandidos de punição, não proteger vítimas negras.
Ver 2026-02-13 - SE VOCÊ É MULHER, PRECISA VER ESSE VÍDEO e 2026-02-13 - O CASO QUE O MOVIMENTO NEGRO NÃO QUER FALAR SOBRE.
Fontes
- 2026-02-13 - SE VOCÊ É MULHER, PRECISA VER ESSE VÍDEO
- 2026-02-13 - O CASO QUE O MOVIMENTO NEGRO NÃO QUER FALAR SOBRE
- 2026-02-15 - ERIKA HILTON NOSSA FUTURA PRESIDENTA NO CARNAVAL
- 2026-02-17 - ESCOLA DE SAMBA TIRA SARRO DA FAMÍLIA CONSERVADORA EVANGÉLICA
- 2026-03-15 - ÉRIKA HILTON É VIOLENTA CONTRA MULHERES
- 2026-03-14 - MINHA RESPOSTA PARA O FEMINICÍDIO NO BRASIL
- 2026-03-19 - ANÃO DELEGADO, MINHA OPINIÃO
- 2026-03-31 - ERIKA HILTON FOI NO RODA VIVA FALAR SOBRE AS MULHERES
- 2026-03-13 - Erika Hilton será cassada
- 2026-03-08 - FELIZ DIA DAS MULHERES
- 2026-03-10 - Precisamos falar sobre MULHER DE BANDIDO
- 2026-03-07 - Quando que esses homens tiveram licença pra atacar mulheres desse jeito
- 2026-03-05 - Precisamos falar algo delicado
- 2026-03-03 - Esse é o chá revelação mais importante do Brasil
- 2026-02-27 - SE VOCÊ É MULHER, COMPARTILHE ISSO
- 2026-02-26 - VOU PROIBIR MULHER NA MISSÃO
- 2026-02-11 - RESPOSTA AO PODPAH SOBRE A APRESENTAÇÃO DO BAD BUNNY
- 2026-02-10 - BAD BUNNY FAZ ATO POLÍTICO NO SUPER BOWL E IRRITA DONALD TRUMP
- 2026-01-27 - TRANS APROVADA EM CONCURSO ESTAVA NA POSIÇÃO 1243
- 2026-02-08 - EU FUI PROCESSADO POR SER O ÚNICO A FALAR ISSO