O caso que o movimento negro não quer falar sobre
Short sobre Sofia, menina negra pobre morta a tiros pelo crime organizado, e o silêncio das lideranças do movimento negro.
O caso de Sofia
Sofia morreu no banco de trás do carro do pai, que por engano entrou em área controlada por uma facção. Os criminosos metralhoaram o veículo. Renan não especifica cidade nem data exata no vídeo.
O silêncio do ativismo
Renan verificou as páginas das principais lideranças do movimento negro sobre o caso e não encontrou qualquer manifestação:
- Jamila Ferreira (“intelectual do movimento negro” que processou Renan por chamá-la de “jeca”) — sem comentário
- Silvio Almeida (autor da tese do “racismo estrutural”) — sem comentário
- Mídia Ninja — sem comentário
- Coletivos negros — sem comentário
“Será que vidas negras importam ou será que traficantes negros importam?”
A análise de Renan: o movimento negro só se mobiliza quando a vítima foi morta pela polícia — porque o objetivo real é proteger bandidos de serem punidos pela polícia, não proteger vítimas negras em geral.
A posição de Renan
Renan estende a crítica para a sociedade como um todo — que se mobilizou pelo “cão orelha” mas não por Sofia, nem por entregadores mortos pelo crime organizado.
“Vagabundo faccionado precisa morrer. Não preciso prender ele, depois recuperá-lo para ele ser reentregado à cidade. Quem está segurando um fuzil no meio de uma favela tem que ter um alvo no meio do peito para tomar um tiro.”