Érika Hilton nossa futura presidenta no carnaval
Short em que Renan critica a cena do desfile pró-Lula em que a deputada Érika Hilton aparece com faixa presidencial, e desmonta a lógica do carnaval como propaganda eleitoral.
O carnaval como máquina política
Renan afirma que todos sabem que os desfiles de escola de samba são bancados por bicheiros, usam dinheiro público e promovem políticos — e que isso piora quando há financiamento estrangeiro (citando o caso da Venezuela).
O desfile do Lula — com Janja dançando, o “beijo de Gaz Lindberg Faria” — é descrito como “típico clima de terceiro mundo, de ditador tosco de República da Banana”.
A cena de Érika Hilton
Renan afirma que a cena de Érika Hilton com faixa presidencial o “fez passar mal” por dois motivos:
- A forçação de barra identitária — apresentar Hilton como “mulher muito negra” mesmo com traços europeus.
- A estratégia de acostumar o público com o “absurdo como natural”, de modo que quem discordar seja tachado de inadequado.
A ironia da lógica do carnaval
Renan analisa que a própria tradição do carnaval refuta a seriedade da mensagem: na Idade Média, o carnaval é “inversão” — o rei vira plebeu, o plebeu vira rei. Ao colocar Érika Hilton como presidente, o desfile obedece à lógica de colocar o absurdo no topo — o que, para Renan, significa que nem os organizadores acreditam no que fazem.
“A propaganda virou piada.”
Posição de governo
“No meu governo, o carnaval será apenas uma festa popular e não haverá nenhum tipo de financiamento político para fazer propaganda de absolutamente nada.”