Minha resposta sobre o PL da Misoginia

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Renan se posiciona contra o PL da Misoginia, classificando-o como “populismo puro e simples” que cria espaços cinzentos para arbitrariedades sem resolver os problemas reais das mulheres.

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A posição de Renan

Renan é direto: contrário ao projeto. Sua justificativa central é que a legislação vigente já contempla calúnia, injúria e difamação. O novo projeto criaria “espaços cinzentos para arbitrariedades”:

Cita exemplo concreto discutido no debate: interromper uma mulher numa reunião de trabalho seria qualificado como misoginia — “similar a uma injúria racial”. Para Renan, isso não é razoável:

“Se eu interromper a mulher na discussão é misoginia ou não, se eu interromper o cara numa fala, eu vou ser preso ou não? A diferença do remédio e o veneno é a dose. E a dose em certas políticas identitárias tá passando muito do aceitável.”

O que Renan identifica como os problemas reais das mulheres

Contrapõe ao PL os problemas concretos que, para ele, afetam a vida das mulheres — especialmente as mais humildes:

  • Andar na rua sem medo de assalto.
  • Segurança dentro de casa: cumprimento efetivo das penas para maridos violentos que agridem.

“Quando eu falo especialmente das mulheres mais humildes, isso aqui é o que de fato aflige a vida delas. Hoje o básico não é garantido para elas.”

Conclui: “Não é uma discussão sobre interrupções ou uma pretensa misoginia que traz medo para essas pessoas. É andar na rua e ser assaltada.”

Nota sobre o Flávio Bolsonaro

Em outros vídeos do mesmo período (ver 2026-05-01 - Sim, Flávio fez acordo com o Xandão), Renan menciona que Flávio Bolsonaro votou a favor desse projeto — considerando-o mais um episódio do padrão de votos alinhados à esquerda.

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