Trans Aprovada em Concurso Estava na Posição 1243

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Renan usa o caso de Duda Odara — pessoa que se define como “transnegra” — como argumento central contra todos os sistemas de cotas no Brasil.

O caso Duda Odara

Odara passou para medicina na UERJ na posição 1243 do vestibular — muito além das 104 vagas normalmente disponíveis. A aprovação foi possível por conta das cotas raciais e das cotas para pessoas trans. Na prova de química, tirou 6,25 de 20 pontos (equivalente a 3 em 10).

“Em qualquer situação normal, essa pessoa seria reprovada.”

Renan critica também a postura de Odara nas redes sociais, que comemorava a aprovação como se fosse um “ato de militância política”.

A posição de Renan: fim de todas as cotas

“No meu governo, todas as cotas vão acabar: seja a cota racial, seja a cota para trans, seja a cota para índio e até a cota social que muita gente na direita defende.”

O argumento: cotas são “profundamente injustas” e desmotivam quem tem vocação e se esforça. O médico formado via cota “acha que estar na faculdade é um ato de militância política” — em detrimento do paciente.

A alternativa: meritocracia com equidade de partida

Renan propõe que alunos de escola pública com bom desempenho sejam identificados por provas objetivas do governo federal e enviados às melhores escolas, acompanhados de bolsa:

“O aluno vai se formar melhor e vai concorrer mano a mano com alunos de classes sociais diferentes. Isso é fazer justiça social real. Isso é ser meritocrático. Cota é só injustiça e picaretagem.”

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