URGENTE - Trump sequestra Maduro e inaugura uma nova era na América Latina
Renan comemora a operação americana que depôs Nicolás Maduro — descrita como uma invasão noturna ao palácio presidencial com poucas baixas — mas faz uma leitura ambivalente: é boa do ponto de vista humanitário, mas representa uma derrota geopolítica para o Brasil.
Por que é boa notícia (humanitária e estratégica)
- Derruba um governo “corrupto, opressivo, ligado ao narcotráfico, inimigo das liberdades”
- Reduz o poder relativo da China e da Rússia no continente
- Enfraquece a influência de Lula na América do Sul
- Trump “sai gigante”: trata das questões de petróleo, migração hispânica, drogas e poder relativo da China
Por que é derrota para o Brasil
O Brasil, em todas as suas últimas administrações — Lula, Dilma, Bolsonaro, Temer — “não fez absolutamente nada para depor o regime do Nicolás Maduro.” Ao contrário: o Brasil investiu no regime venezuelano. Renan classifica isso como “vexatório.”
“Ao não exercer esse papel de liderança, nem moral, nem econômica, nem militar, os Estados Unidos o fizeram.”
Com os EUA agora com um entreposto direto na Venezuela, o poder americano na América do Sul se amplia — e o Brasil terá de lidar com “essa presença incômoda” logo ao lado.
A nova doutrina americana
Renan descreve o movimento como uma nova versão da Doutrina Monroe: a América Latina como reserva de recursos humanos e naturais controlada pelos EUA. Aponta interesses específicos: terras raras brasileiras e petróleo venezuelano.