Imigração e Fronteiras
Fronteira com a Argentina: Bolsa Família para estrangeiros (abril de 2026)
Em 21 de abril de 2026, Renan grava na ponte entre Paraíso (SC) e Missiones (Argentina) para denunciar a ausência de fiscalização no lado brasileiro: “qualquer um pode passar, incluindo traficantes.” O contraste com o lado argentino é explícito — posto alfandegário, área de controle e presença da Polícia Federal argentina.
O diagnóstico central: o governo Lula facilitou o acesso de estrangeiros ao Bolsa Família sem contrapartida, criando incentivo para que habitantes pobres de Missiones (uma das regiões mais pobres da Argentina) cruzem a fronteira para receber o benefício. Para Renan, o Brasil é “pobre” mas “oferece auxílios pros outros como se fosse um país de primeiro mundo.”
Proposta:
- Acabar com qualquer auxílio para estrangeiros: “Se você é estrangeiro, obtenha os benefícios do seu país.”
- Estrangeiro que queira benefícios no Brasil deve antes contribuir formalmente, trabalhar e respeitar o processo migratório.
- Acordo de cooperação com o presidente argentino Javier Milei para proteção conjunta das fronteiras contra o crime organizado.
Ver 2026-04-21 - EU INVADI A ARGENTINA.
O caso da favela de venezuelanos em Londrina
Renan visita a favela Flores do Campo, em Londrina (PR) — uma das regiões mais desenvolvidas do Paraná — onde imigrantes venezuelanos formaram um núcleo de habitação precária. O local serve de ponto de partida para sua posição sobre imigração.
O diagnóstico: venezolanos fogem do regime de Maduro, chegam ao Brasil, não se integram socialmente, vivem de Bolsa Família e migram ao Sul por ser uma região de maior oferta de emprego. Mesmo quando o governo cede casas, as moradias voltam a se degradar. Resultado: importação de problema social enquanto o Brasil já tem os seus — “23 milhões de brasileiros que vivem sob o comando do crime organizado” e grande parte da população sem saneamento básico.
Responsabilidade do PT
Renan atribui a raiz do problema ao apoio político e econômico dos governos do PT ao regime de Maduro ao longo de mais de dez anos: “O Brasil não apenas apoiou o regime sanguinário, mas também investiu lá.” Essa relação fez com que o custo social da ditadura venezuelana fosse em parte transferido ao Brasil.
Posição
Renan afirma que o Brasil não deve receber novos refugiados enquanto não resolver seus próprios problemas sociais:
“Importar problema social da Venezuela, do Haiti, da África é simplesmente estupidez. O Brasil hoje não tem que ficar recebendo refugiados simplesmente porque a própria população é refugiada aqui.”
Quem já está no país deve ser integrado e “desfavelizado”. Após isso, especialmente em Roraima (principal ponto de entrada), a fronteira deve ser fechada para novos fluxos de imigração em massa.
Fontes
- 2026-04-21 - EU INVADI A ARGENTINA — fronteira SC/Argentina; Bolsa Família para estrangeiros; proposta de acordo com Milei
- 2026-03-13 - Eu fui em uma favela de venezuelanos em Londrina — favela em Londrina; posição completa sobre imigração