DELEGADA LIGADA AO PCC É PRESA EM SP

Data: 18 de janeiro de 2026 | Canal: renan-canal | Assistir no YouTube

Resumo

Renan comenta a prisão, em dezembro de 2025, de Laila Iube, advogada que se tornou delegada de polícia em São Paulo enquanto atuava como operadora do PCC. O caso é apresentado como prova concreta da tese de infiltração das organizações criminosas nas instituições do Estado.

O esquema descrito: Laila namorava o chefe do PCC em Roraima, responsável pela distribuição de drogas na região. O próprio PCC financiou e apoiou seus estudos para que ela prestasse concurso de delegada — uma “concurseira” plantada para cuidar de casos de interesse da facção na região de atuação. Após ser aprovada, ela e o namorado montaram uma padaria de fachada em Taqueri (SP) para lavagem de dinheiro. Ao mesmo tempo, continuava advogando para membros do PCC presos no Pará. Nada disso foi disfarçado: ela apareceu em evento no Palácio dos Bandeirantes na presença do governador Tarcísio de Freitas, e os processos que ela defendia antes do concurso já sinalizavam a ligação.

Renan ressalta que não é “ataque ao Tarcísio” — ninguém está imune a um infiltrado — mas que a detecção deveria ter sido mais fácil, bastando consultar o histórico de processos anteriores ao concurso. Compara com um caso em Santa Catarina em que um “juiz ativista gay” soltou um faccionado sem punição.

A análise desemboca na tese recorrente: “o Brasil está vivendo uma infiltração das organizações criminosas — o Comando Vermelho tomando os bairros e o PCC tomando as instituições.” A proposta apresentada: direito penal do inimigo, prisão perpétua, penas rigorosíssimas para faccionados — e, em caso de resistência armada, “um tiro no peito, um tiro na cara.”

Temas abordados

  • Segurança Pública — infiltração do PCC em instituições; concurseira bancada pela facção; comparação SC

Posições defendidas

Pessoas mencionadas

  • Laila Iube — delegada de SP presa por vínculos com o PCC
  • Tarcísio de Freitas — governador presente no evento com Laila; Renan isenta de responsabilidade no caso