Renan Santos Leva Envolvidos no Caso do Cão Orelha para a Justiça
Renan anuncia as medidas jurídicas concretas que tomou como pré-candidato à presidência em resposta ao caso do cão Orelha.
As ações protocoladas
1. Duas ações civis públicas:
- Uma contra os jovens pelos crimes cometidos
- Outra contra os pais dos jovens — responsabilizados tanto pela menoridade dos filhos quanto por acobertar ativamente o caso
“Eles estão trabalhando de maneira ativa para acobertar o caso.”
2. Representação para retirada da guarda: Pede que os jovens sejam retirados da guarda dos pais e colocados sob um tutor rígido, com autoridade para exigir que cumpram suas responsabilidades perante a sociedade.
3. Ofício ao consulado americano: Alguns dos jovens estavam nos Estados Unidos, nas férias, se protegendo das consequências. Renan oficia o consulado para que tomem medidas e os devolvam ao Brasil.
Proposta legislativa: lei de maus-tratos a animais
Renan propõe equiparar a lei brasileira de maus-tratos ao modelo americano (lei federal, penas duras) e incluir acompanhamento psicológico obrigatório para quem praticar maus-tratos graves:
“Quem faz maldade com animal de maneira absolutamente gratuita, esse cara é perturbado, esse cara é doente, esse cara vai fazer mal pras pessoas.”
Dimensão humana
Renan encerra pedindo sobriedade ao movimento que surgiu em torno do cão — critica páginas de fofoca que publicaram detalhes horríveis e fake news sobre o caso. “Isso tá fazendo mal pras pessoas.” Reconhece que Orelha era “um catalisador das relações sociais” na sua comunidade.
