FLÁVIO BOLSONARO DESTRUIU A NOSSA REVOLUÇÃO
Data: 1 de fevereiro de 2026 | Assistir no YouTube Canal: Renan Santos Duração estimada: curto
Resumo
Renan responde a quem disse que ele queria “matar Flávio Bolsonaro” — esclarecendo que a intenção é “matá-lo politicamente” — e constrói a narrativa de que a família Bolsonaro traiu a revolução democrática que o MBL representou.
A acusação e a resposta
Renan afirma que alguém propagou que ele queria matar Flávio. Ele nega e especifica: “Nós vamos matá-lo politicamente. Nós vamos enterrá-lo politicamente e nós vamos conspurcar o cadáver político deles."
"Ele matou a nossa revolução”
Renan formula a acusação central: Flávio Bolsonaro e o pai trocaram a revolução — representada pelos milhões de pessoas que foram às ruas pelo impeachment de Dilma — por casas compradas com dinheiro de rachadinha e mansão num condomínio fechado ao lado de um miliciano.
“Trocaram os milhões de pessoas que saíram às ruas pelo impeachment de Dilma Rousseff numa mansão num condomínio fechado ao lado da casa do miliciano.”
Valdemar da Costa Neto
Renan caracteriza Valdemar da Costa Neto — presidente do PL e fiador político da candidatura de Flávio — como “velho de tornozeleira” e “vagabundo petista”. A expressão remete às condenações de Valdemar nos escândalos do Mensalão e do Petrolão — “ao lado do PT”.
Jovens vs. idosos: a narrativa geracional
Renan contrasta o eleitorado jovem da Missão com o eleitorado mais velho dos Bolsonaro:
“Só vejo jovens corajosos e com boas ideias aqui. Eles enganam os idosos. Nós libertamos jovens.”
O crescimento da Missão
Renan narra a trajetória do partido como prova de que a “morte” decretada pelos adversários em 2020 não ocorreu: de 10 pessoas para 547.000 validados no TSE.
“Nos deram como mortos em 2020. Fizeram o nosso funeral, organizaram, fizeram festa, riram de nós. E nós éramos 10, 20, 30… Nos tornamos ano passado 547.000 validados no TSE. Eles nunca serão.”
