O Judiciário Brasileiro Achou Prudente Soltar Esse ‘Jovem Rapaz’
Renan usa o caso da morte de Vanessa Lara no interior de Minas Gerais para atacar a política de clemência judicial com reincidentes.
O caso Vanessa Lara
Um homem com passagem anterior por estupro e tráfico de drogas foi solto pelo judiciário. Em liberdade, encontrou Vanessa Lara (que ia ao trabalho), a sequestrou, estuprou, matou com o cabo do carregador do celular e fugiu para Belo Horizonte. A mesma pessoa já havia tentado estuprar outra mulher aproximadamente dois anos antes — a vítima anterior aparece no vídeo relatando a tentativa.
“A Vanessa só morreu porque o judiciário brasileiro quis ser clemente com bandido.”
A responsabilidade sistêmica
Renan distribui a culpa entre judiciário e legislativo: o legislativo não aprova leis de fim da progressão de pena nem aumenta penas de modo “absurdo, igual é aqui nos Estados Unidos — 70 anos, 50 anos, cometeu duas vezes e nunca mais sai da cadeia”.
O anúncio
Pela primeira vez nesse formato, Renan usa um caso de assassinato como gatilho para anunciar, diretamente às câmeras:
“Eu vou chegar na presidência da República e, reincidiu, assassino, bandido, estuprador — nós vamos pegar eles na rua e nós vamos matá-los. Haverá cadeia muito dura. Anos e mais anos a fio até que eles nunca mais vejam o sol nascer.”
Afirma que não se trata apenas de justiça, mas também de vingança — “é sobre vingança” — e que deseja isso porque tem irmã e sobrinha.
Temas e posições
- Segurança Pública — impunidade judicial, progressão de pena, reincidência
- Estado de Defesa e Direito Penal do Inimigo
