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Renan usa a nomeação de Érika Hilton para a presidência da Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados para fazer uma crítica à representação feminina real vs. simbólica.

Érika Hilton na Comissão da Mulher

Hilton usou o termo “pessoas que gestam” no cargo. Renan ironiza que as mulheres brasileiras deveriam “comemorar muito” — e então constrói a crítica:

“Você, minha querida pessoa que gesta, já vai compartilhando esse vídeo porque você tem que ficar feliz, certo?”

O argumento central é que Hilton, ao presidir a Comissão da Mulher, ocupa um espaço que poderia ser usado para defender segurança real das mulheres — mas sua agenda vai na direção oposta:

  • O PSOL (partido de Hilton) é contra redução da maioridade penal.
  • Não são favoráveis a pena de morte ou prisão perpétua para estuprador.
  • Na comissão de segurança, o partido atua contra projetos que puniriam com mais rigor crimes violentos contra mulheres.

A crítica estrutural

Renan lista os problemas concretos que afetam mulheres brasileiras e que, segundo ele, não serão tratados pela Comissão:

  • Roubo de bens por criminosos (mulheres são alvos preferenciais por não conseguir reagir com a mesma força física)
  • Aumento de casos de estupro ligados ao crime organizado
  • Violência doméstica

“O que você ganha vendo essa mulher que não gesta ocupando uma posição em que mulheres deviam estar lá para cuidar dos próprios direitos e da própria sobrevivência?”

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