CONHEÇA A CIDADE BRASILEIRA QUE RECEBE MENOS BOLSA FAMÍLIA

Assistir no YouTube

Contraponto ao vídeo anterior sobre Itabau (AM), onde 93% das pessoas vivem do Bolsa Família e apenas 29 trabalham formalmente. Renan apresenta Pomerode (SC) como o modelo oposto.

Pomerode: os dados

  • 37.000 habitantes; apenas 190 no Bolsa Família.
  • Colonizada por imigrantes alemães trabalhadores, começou na agricultura e se industrializou.
  • Economia diversificada: indústrias têxteis, cervejarias, setor metalmecânico, modelaria, chocolates artesanais, queijo, arquitetura enxaimel.
  • Educação pública de alta qualidade, com aulas de alemão para crianças.
  • Forte geração de emprego no setor privado; baixa dependência de recursos federais.

A tese política

“O governo federal joga seu dinheiro em lugares ruins, não cobra desempenho desses lugares e as pessoas desses lugares saem de lá procurando vida melhor nos lugares em que o governo federal não joga dinheiro.”

O paradoxo descrito: dinheiro federal vai para políticos do norte, mas o problema acaba sendo resolvido pelas cidades bem administradas do centro-sul, que recebem a migração.

O problema apontado em Pomerode: a migração de outras regiões começa a introduzir favelização e queda nos índices de desenvolvimento humano.

A ambição declarada

“Meu sonho é que cidades pequenas e médias no Brasil sejam mais como Pomerode e menos como Itabalu. Nada impede que cidades como Acari (RN) ou Nova Russas (CE) possam ter um modelo econômico similar ao das cidades de Santa Catarina. Basta nossa classe política parar de sabotar as pessoas que moram lá.”

Temas e posições relacionadas