WAGNER MOURA PERDEU O OSCAR
Renan comenta a derrota de Wagner Moura no Oscar e usa o episódio para criticar o que chama de indústria cultural brasileira obcecada com a ditadura militar como tema e com o antipetismo.
Resumo
Renan diz que, após perder o Oscar, Wagner Moura estaria “fazendo campanha para Flávio Bolsonaro” no sentido de que seu tipo de atuação cultural — que depende de um inimigo (ditadura, Bolsonaro) para existir — alimenta indiretamente o campo que diz combater.
Apresenta o que chama de padrão do cinema nacional:
- Cidade de Deus — período da ditadura.
- Ainda Estou Aqui — período da ditadura.
- O Que É Isso, Companheiro? — período da ditadura.
- O Agente Secreto — período da ditadura.
- Marighella (Wagner Moura) — período da ditadura.
“Eles atacam um período que dá muito dinheiro para eles e fazem você achar que o Brasil começou nos anos 60.”
Renan afirma não ser fã do governo Bolsonaro e reconhece que a ditadura militar existiu, mas questiona a narrativa de que foi comparável às ditaduras de esquerda defendidas por esse grupo: “foi tão ruim quanto as ditaduras que a turma dele defende? Mas nem de longe.”
Proposta: seu governo investirá na arte brasileira, mas em uma arte que “dignifique o Brasil” e não “torne o tempo todo o Brasil um objeto de divisão”. Anuncia um vídeo com sete propostas para a arte a ser divulgado em breve.
Temas
Pessoas mencionadas
- Wagner Moura — ator; candidato ao Oscar; campanha internacional contra “ditadura” de Bolsonaro; defesa do período guerrilheiro
- Flávio Bolsonaro — mencionado como beneficiário indireto do discurso de Moura
Posições defendidas
- Política cultural que valorize o Brasil sem transformá-lo em símbolo de divisão.